sábado, 8 de novembro de 2025

História Do Depeche Mode : Tour Of The Universe : Barcelona 20-21.11.09 (DVD & Blu Ray)

Hoje na História do Depeche Mode (08 de novembro de 2010):

Data de lançamento do Blu Ray e das edições em Dvd do "Tour Of The Universe : Barcelona 20-21.11.09", no Reino Unido.

É um DVD/CD ao vivo do Depeche Mode, lançado em 8 de novembro de 2010 pela Mute Records. 

Foi filmado no Palau Sant Jordi em Barcelona, Espanha, em 20 e 21 de novembro de 2009 durante a turnê mundial da Tour Of The Universe de 2009-10. 

Foi lançado em três formatos: 

A edição padrão com o DVD de concerto e os dois CDs de áudio.

A edição de luxo com 2 dvds, sendo o DVD 1, o show, e no DVD 2, recursos especiais adicionais, entre eles : As Projeções do Telão, Ensaios (Wrong, Walking In My Shoes), Documentários da Tourné e os vídeo clipes dos singles do album SOTU (Wrong, Peace, Hole To Feed, Fragile Tension) e os dois CDs de áudio.

Blu-ray Disc com o concerto e bonus especiais iguais aos do DVD 2 da edição Limitada. 

É o primeiro lançamento em Blu-Ray da banda.





























Faith & Devotion !!!

JeanBong13

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Rock & Roll Hall Of Fame 2020 - Tradução Da Indução do Depeche Mode !

Devotos...

Para uma tradução mais precisa e correta, pedi para o nosso Devoto e Amigo Daniel Cassus, traduzir a cerimônia da indução do Depeche Mode ao Rock & Roll Hall of Fame.

Facilitando a compreensão do que foi falado praticamente na íntegra, e coloquei vários prints das imagens que foram passando durante a transmissão, então ficou bem interessante...


Charlize Theron (atriz): 

Depeche Mode é a trilha sonora da minha adolescência. Não estou brincando. Tem literalmente uma música para cada momento da minha vida: meu primeiro namoro, minha primeira vez saindo da África do Sul e, claro, a primeira vez que tive meu coração partido. 

Então quando eu finalmente pude vê-los ao vivo pela primeira vez, foi como um enorme tapa na cara de nostalgia. Mas eu também percebi o que eu amo na música deles: é uma celebração dos que não se encaixam. 

A música deles une as pessoas de todas as classes sociais e as fazem sentir que é normal ser diferente. Eu chorei, cheguei em casa, contei para as minhas filhas e também fiquei muito chateada porque eu não costumo ir aos shows pra me derramar em lágrimas. 

Mas isso mostra a imensa força que o Depeche Mode ganhou ao longo dos anos. E também porque, quando eu tive a chance de escolher as músicas pra trilha sonora do filme “Atomic Blonde”, eles foram os primeiros da minha lista. Eles já deveriam estar no Hall of Fame há 20 anos se dependesse de mim. Mas que honra mais que merecida. Obrigado por serem a trilha sonora da minha vida.




DG: O nome da banda era originalmente Composition of Sound. Quando decidimos levar isso mais a sério, eu escolhi o que era apenas o nome de uma revista. 

VC: A gente concluiu que com o teclado, a gente só precisava de dois dedos pra tocar.

MG: A gente sentiu que a música tinha que seguir em frente. O punk tinha acabado de explodir e achávamos que tínhamos que levar a coisa mais adiante. Música eletrônica e sequenciadores pareciam ser o passo mais natural a seguir. Você podia sentar e programar algo e era mais sobre ideias do que ser tecnicamente um virtuoso. 

Chris Martin (Coldplay): Acho que musicalmente o Depeche Mode era e é pioneiro em jogar fora todas as regras. A liberdade sônica é o que os define.

MG: A ideia é jogar essa pedra nessa calha aqui, gravar isso, sequenciar e transformar num ritmo interessante. 

Billy Gibbons (ZZ Top): Nos anos 80 havia essa experimentação de novas formas de como fazer barulho. Depeche Mode eram pioneiros nisso.

Lauren Mayberry (Chvrches): A razão pela qual nós tocamos sintetizadores é porque nós os víamos quando jovens e queríamos saber “que som é esse?”

AW: Nós propositadamente tentávamos fazer cada álbum diferente do anterior e não repetir o mesmo álbum várias vezes. Então estávamos constantemente tentando mudar nosso approach.

Billy Gibbons (ZZ Top): Martin Gore é um compositor talentoso. “Não vamos tentar sempre fazer canções felizes. Vamos falar da condição humana de forma realista.”

AF: A gente logo descobriu que quando tocávamos ao vivo, as pessoas voltavam e com mais gente. O burburinho se espalhou.

Richard Blade (DJ) (somente em aúdio): Ninguém nunca imaginou no Rose Bowl. Uma banda de new wave lotando o Rose Bowl? Isso nunca aconteceria.

Win Butler (Arcade Fire): Dave Gahan é o típico frontman. Você não consegue tirar os olhos dele. E seja com composições próprias ou não, ele faz a performance convidando a plateia pra se juntar com ele.

DG: Foi um daqueles momentos, 50 mil pessoas fazendo algo juntas que criou algo muito maior do que apenas o que tinha no palco.

Lauren Mayberry (Chvrches): As pessoas que gostam do Depeche Mode sentem que pertencem a algum lugar. Elas se sentem compreendidas. Seja por 5 minutos ou 2 horas ouvindo uma música ou num show, é algo que curtimos muito.


Fã club de Chemnitz (Presidente) - entrevistado pelo Anton pro Alive in Berlin : É a trilha da minha vida.

Liz Dwyer ("Spirits In The Forest - Fan"): Ir a um show do Depeche Mode é como ir à melhor igreja que você imagine. (Para os que não conhecem: Daniel Cassus, ao fundo, de boné...)

Ked Eason ("The Posters Came From The Walls - Fan"): Nunca tiro do meu pescoço.

Chris Martin (Coldplay): Acho que algumas bandas existem num nível universal para fazer as pessoas que se achem excluídas se sentirem parte de uma família maior. Depeche Mode consegue fazer com que almas perdidas se sintam mais encontradas.

Indra Amarjagal ("Spirits In The Forest - Fan"): A música deles, as notas, a voz. Isso toca na alma. É por isso que eles têm uma fã como uma garota de 22 anos como eu. 

Win Butler (Arcade Fire): O Depeche Mode fala de assuntos sérios. Todos nós passamos por algum momento de depressão ou de sentir que não nos sentimos da maneira que a sociedade diz como você deveria se sentir. Depeche Mode diz de uma forma que não tem problema ser do jeito que você é. Tem outras pessoas como você, o que é algo forte a ser dito.

MG: A gente começou como puristas eletrônicos e gradualmente passamos a usar qualquer instrumento que servisse. 

Flood (Produtor): Literalmente, você poderia dizer que eles são como qualquer banda pop. Mas eles não são. As músicas são bem mais profundas. Eles são tidos mais como uma banda de rock. Então tem todas essas misturas estranhas que eu acho que dão esse ângulo para eles que nenhuma outra banda consegue fazer.

Chris Martin (Coldplay): Com Martin, Fletcher e Dave, esses caras que estão juntos há 30, 40 anos, e continuam juntos.

Lauren Mayberry (Chvrches): Eles não repetem as mesmas coisas o tempo todo. As músicas são sobre tantas coisas. As pessoas gostam da honestidade deles. Todos os assuntos diferentes das vidas delas e das vidas dos músicos, é como acompanhar eles na jornada da sua vida. 

MG: Eu sempre fui apaixonado por música e sempre foi a única coisa que me interessava, então não conseguia me ver fazendo outra coisa. 

AF: Somos sortudos como banda. Nossos fãs nos dão essa liberdade de lançarmos o que quisermos.

DG: Muito grato de ainda estar fazendo isso e ainda termos fãs que ainda querem nos ver. Devemos estar fazendo algo certo. 

Win Butler (Arcade Fire): A música deles parece que poderia ter vindo de 20 anos no futuro. O Depeche conseguiu multiplicar isso o que é uma responsabilidade sagrada.

Chris Martin (Coldplay): Eles têm uma aura mística e majestade que é extremamente influente na maioria das bandas, eu acho.

Lauren Mayberry (Chvrches): Pra uma banda como nós, pro tipo de música que fazemos, eles são como nossos padrinhos. Honestamente, até hoje quando tocamos na Europa, 90% da plateia nas primeiras fileiras está com camisetas do Depeche Mode. É como uma bênção deles.

Billy Gibbons (ZZ Top): Tudo que precisa fazer é botar a agulha pra tocar e deixar a música falar por si própria. Eles têm feito um trabalho maravilhoso enxergando coisas que nós talvez não tenhamos percebido antes e ouvindo coisas que nós ainda não tínhamos ouvido.

Depeche Mode, os agradecimentos:



DG: Parabéns, rapazes. Finalmente descobrimos como ser aceitos no Hall Of Fame.

Fletch: Uma pena que não estamos tocando ao vivo.

MG: Não estamos fazendo o show agora?

(risos)

MG: (cantarola as notas de Personal Jesus)

DG: Não vamos fazer isso. Mas é uma honra entrar pro Rock n Roll Hall of Fame. E eu estou lendo as minhas anotações, aliás. Parabéns a todos nossos colegas. Tem tantos outros músicos que são uma parte disso, que eu cresci ouvindo: David Bowie, Iggy Pop & The Stooges, The Clash são alguns…

AF: The Eagles

DG: Não podemos esquecer dos Eagles. Todo mundo ama os Eagles. 

(risos)

Um grande parabéns pro Vince Clarke e claro, Alan Wilder, que são parte da história da família do DM e do sucesso desta banda.

AF: Obrigado, Vince! Obrigado, Alan!

DG: Nós fazemos isto a maior parte da nossa vida adulta. Tínhamos 18 ou 19 anos quando começamos. Quero agradecer ao Martin e ao Fletch pela oportunidade.

AF: Obrigado, Dave!

DG: Porque eu não sei que diabos eu estaria fazendo se não fosse música.

AF: Você ainda estaria roubando carros, Dave!

DG: Talvez eu teria melhorado um pouco. Estaria roubando coisas maiores que carros.

(risos) Com certeza algo errado. Música nos salvou em diversas maneiras.

MG: E obrigado a você também. Ou não estaríamos aqui. 

DG: Obrigado, Martin. Nós crescemos ouvindo música e ela nos ajudou a nos sentirmos normais. Sermos parte de algo. É isso que a música faz pelas pessoas e é o que o DM tem feito para muitas pessoas. Música une as pessoas. Só Deus sabe como nós precisamos disso mais hoje em dia do que nunca. 

Infelizmente não poderemos tocar pra vocês hoje a noite por causa desta situação. Mas quero agradecer a algumas pessoas especiais que nos ajudaram e acreditaram em nós :

Daniel Miller e a Mute Records que nos encontrou e nos guiou e nos guia até hoje. 

Anton Corbijn, que felizmente chegou na hora certa e nos fez parecer legais. 

Johnathan Kessler, nosso empresário e conselheiro espiritual. 

Todos os promoters mundo afora que apostaram num grupo de excluídos esquisitões com delineador vindos de Essex. E todos os safados que não apostaram. 

Também quero agradecer Peter Gordeno e Christian Eigner que têm sido uma parte tão grande da banda nestes últimos 20 anos. E a gente ainda chama eles de “os caras novos”. 

Não podemos esquecer da nossa equipe, os empresários que trabalharam incansavelmente pra trazer o show do Depeche Mode todas as noites: Rob Stringer da Sony, que continua a apoiar nossa visão artística. 

E claro a todos os fãs, muitos dos quais estão conosco desde o começo. 

Por último, mas não menos importantes, um grande obrigado às nossas famílias e esposas e filhos e pais que nos aguentaram e estiveram conosco ao longo desta jornada. 

E creio que falo por todos quando digo que eu os amo e não teríamos conseguido sem vocês.

MG: Muito bem !!!

DG: Então, Martin. É melhor você voltar para as crianças e pro estúdio. Fletch, é hora de abrir! (Se referindo ao horário que os Pubs abrem...)

AF: Partiu pro pub!

Vídeo Completo : https://www.youtube.com/watch?v=YTm2vs9leN0&feature=youtu.be

Daniel Cassus, muito obrigado pela tradução completa, obrigado pela paciência e suporte, sempre !

Detalhes Extras :

Em 7 de novembro de 2020, o Depeche Mode foi introduzido no Rock & Roll Hall Of Fame, embora seja através de uma indução pré-gravada.

Este evento deveria ter ocorrido em 2 de maio de 2020 em Cleveland, mas devido às restrições de Covid19, teve que ser adiado.

A divulgação, na época foi anunciada dessa forma :

"A 35ª Cerimônia Anual de Indução do Rock & Roll Hall Of Fame, apresentada pela Klipsch Audio, acontecerá no sábado, 2 de maio de 2020, no Auditório Público em Cleveland, Ohio. 

A Cerimônia será transmitida ao vivo pela primeira vez na HBO no dia 2 de maio às 20hs (horário de Brasília). Apresentações e convidados especiais e programas da Semana da Indução serão anunciados mais tarde."  

Porém, devido a pandemia, o evento teve que ser mudado...

Pode se notar que o Depeche Mode, nunca esteve numa fase tão feliz, todos muito unidos, falantes, sorrindo, de bem com a vida ! 

Parabéns ao Depeche Mode !

Edição de Imagens : JeanBong13

Faith & Devotion !!!

JeanBong13

Black Celebration Br faz tributo ao Depeche Mode em Fortaleza.

Dia 29 de novembro de 2025, a Black Celebration fará o seu tributo ao Depeche Mode.

No Pub 5 Elementos, em Fortaleza.

Horários :

20:30 h - Music Vice - Flashback

22:30 h - Black Celebration - Tributo ao Depeche Mode

00:30 h - Amanda Alves - Tributo à Madonna.

Prestigiem, compareçam.



Faith & Devotion !!!

JeanBong13

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

História Do Depeche Mode : Speak & Spell (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (06 de novembro de 1981) :
(A data de 05 de outubro de 1981 da página oficial, é uma data errada):
Data de lançamento do album Speak & Spell, no Reino Unido.
Capa diferente : Prensagem da Capitol Records, Los Angeles


Há alguns anos atrás, Michael Rose, uma pessoa bem detalhista em Depeche Mode, encontrou muitas informações que sugerem que o álbum foi realmente lançado em 6 de novembro. 5 de outubro foi provavelmente a data planejada, mas depois foi adiada:  talvez pelo fato de Vince Clarke ter dito à banda uma semana antes que ele ia deixar a banda, também teve algo a ver com isso.
Existem evidências na extinta página de Deb Danahay no Facebook 'Depeche Mode Information Service' em 2015, e algumas páginas de fãs tomaram nota disso e agora declararão a data de lançamento como tendo sido em 6 de novembro, mas a maioria das páginas de fãs ainda afirmará que o álbum foi lançado em 5 de outubro.
Daniel 'BRAT' Barassi foi informado sobre isso, já que Depechemode.com ainda afirma que o álbum foi lançado em 5 de outubro, mas ele nos disse que a direção do DM lhe disse que a lista oficial de datas de lançamento do álbum do DM deve permanecer consistente em todos os momentos, então se eles forem alterar a lista de datas de lançamento agora, então um novo arquivo irá declarar "6 de novembro" enquanto outro arquivo antigo ainda vai declarar "5 de outubro" e eles não querem isso, por isso eles não vão corrigir esta lista nunca (nem alterarão as listas de datas da turnê passada, que também contêm alguns erros descobertos ao longo dos anos).
Alguns fatos levam a data para o dia 06 de novembro :
01 - Sounds 3 de outubro de 1981 - "A banda também deve lançar um álbum, ainda sem título, na Mute Records em novembro. O LP já está concluído, mas foi adiado pela escassez de fábricas prementes no Reino Unido e pelo monopólio das grandes gravadoras."
02 - Record Mirror 10 de outubro de 1981 - "e o album do Depeche Mode que inclui 'Can't Get Enough' e 'New Life' hits sai em novembro."


03 - NME 17 de outubro de 1981 - "Depeche Mode terá seu álbum 'Speak And Spell' lançado pela Mute Records em algum momento no próximo mês."
04 - Record Mirror 24 de outubro de 1981 - "No próximo mês, o lançamento do LP de estreia de Depeche, devidamente coincidindo com uma turnê."
05 - Sounds 31 de outubro de 1981 - "Depeche Mode, que lança seu primeiro álbum chamado "Speak And Spell" em 7 de novembro, preparou uma turnê para ir com ele."
06 - Revista Cash Box 27 de fevereiro de 1982: "Seu primeiro LP, "Speak & Spell", enviado em novembro passado, [...]"
07 - Outro fator a ser levado em conta é quando o álbum foi revisado pela imprensa:
Melody Maker reviu o álbum em sua edição de 31 de outubro.
A NME revisou o álbum em sua edição de 7 de novembro.
A Record Mirror reviu o álbum em sua edição de 7 de novembro.
Smash Hits reviu o álbum em sua edição de 12 a 25 de novembro.
Smash Hits incluiu um anúncio de página inteira para o novo álbum e turnê em sua edição de 29 de outubro a 11 de novembro.
Por essas e outras, é certeza que a data mais próxima do correto, seja 06 de novembro, e não 05 de outubro, mas, vamos falar do disco :
Speak & Spell é o álbum de estreia do Depeche Mode.
Foi o único álbum que contou com a presença do membro fundador da banda, Vince Clarke, que mais tarde formaria o duo Erasure, sendo este, responsável pela autoria da maior parte do material composto para Speak & Spell.
Por isso, esse álbum é melodicamente mais leve que os trabalhos posteriores do Depeche Mode.
O álbum foi relançado remasterizado em Abril de 2006.
Estimativas dizem que vendeu pouco mais de 400.000 cópias no mundo, até 2007










Album importante para o Synth Pop ! Um Marco para a época !
Embora provavelmente ninguém apreciasse totalmente na época, talvez muito menos da banda! 
A estréia do Depeche Mode é ao mesmo tempo um disco pop conservador e funcional e um lançamento inovador. 
Enquanto vários pioneiros do synth tinham vindo antes - Gary Numan, início da Human League, final dos anos 70 Euro-disco, e acima de tudo Kraftwerk todos tiveram clara influência em Speak & Spell.
O crédito pelo sucesso do álbum tem que ir para o principal compositor Vince Clarke, que estenderia e, sem dúvida, aperfeiçoaria a fórmula synth pop com Yazoo e Erasure; os clássicos primeiros singles "New Life", "Dreaming of Me" e "Just Can't Get Enough", juntamente "What's Your Name" até a mal-humorada "Photographic", mantenham tudo em movimento. 
Dave Gahan subestima cerca de metade do álbum, e os dois números de Martin Gore não têm a distinção de seu trabalho posterior, mas Speak & Spell continua sendo uma alegria não diluída.

Fonte : Wikipedia & AllMusic
Faith & Devotion !!!
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