domingo, 22 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Songs Of Faith And Devotion (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (22 de março de 1993):
Data de lançamento do album : Songs Of Faith And Devotion, no Reino Unido.




É o oitavo album de estúdio do Depeche Mode.
É a primeira vez que a banda usou uma bateria acústica em suas gravações.
Um lp inovador para a época, sendo importante para a banda, pois tem influências que vão desde o grunge ao gospel, em suas letras e ritmos, chegou ao primeiro lugar nas paradas, tanto americana, como britânica.
Lançou os singles : "I Feel You", "Walking in My Shoes", "Condemnation" e "In Your Room"
O album teve como suporte a Devotional Tour, fez tanto sucesso que acabou sendo estendida para "Exotic Tour" e "Summer Tour".



Em 1994, passou pelo Brasil, nos dias 04 e 05 de abril, no Olympia em São Paulo.
A Tourné durou 14 meses, com aproximadamente 159 shows.






Com esse álbum, o Depeche Mode chegou a ser a primeira banda alternativa britânica, a alcançar o primeiro lugar na Bilboard 200.
(A banda que chegou mais perto na época, foi o The Cure, com "Wish", e em segundo lugar).
Gary Numan, citou em entrevista próxima ao lançamento, que esse álbum abriu outras perspectivas para sua carreira, uma nova visão musical.
Estimativas afirmam que foram vendidas mais de 6.800.000 de cópias, com 1.000.000 nos Estados Unidos.
Nessa época, o sucesso da banda era gigantesco. 
Eram a segunda maior banda alternativa do mundo (perdendo apenas para o R.E.M.).






Dave: 
"Ainda é um dos meus álbuns favoritos. Parecia que estávamos tentando desesperadamente nos desafiar e romper com tudo o que tínhamos feito no Violator, que era muito controlado, muito polido, muito limpo - um álbum pop perfeito . Queríamos explodir todas aquelas coisas."

In the Fashion of Love, Time Out, April 4, 2001. Words: Omer Ali.

O que foi exatamente diferente na concepção de “Songs of Faith and Devotion” em comparação com “Violator”? Por que algo que antes tinha funcionado tão bem parou de funcionar?

Martin L Gore :
Me senti totalmente longe do resto da banda. Eu realmente não queria estar ali. 
Até aquele momento sempre nos sentíamos como “uma gangue”, então de repente eu me senti muito mal pela primeira vez. 
Eu acredito que quando nos reunimos pela primeira vez em Madrid se tornou evidente que não havia um sentimento real de unidade na banda.

Alan Wilder :
Martin fica entediado muito rápido no estúdio. Dave fica muito entusiasmado, mas não é um músico como tal, então só pode contribuir até certo ponto, e Fletch não tem nenhum papel musical. 
Martin está sempre errado no lado melódico, é um comerciante de pop, então ele se move um pouco em uma direção e eu sempre tento fazê-lo numa direção mais escura porque essa é a música que eu costumo ouvir. 
Nos encontramos no meio e terminamos com música pop que tem uma vantagem, então é mais interessante: tem mais profundidade e é melódica.
As vezes em meio à adversidade surgem os melhores trabalhos. Acho que durante esse período (gravação de Songs Of Faith And Devotion), que foi o mais difícil do grupo, tiramos o nosso melhor material. 

Martin Gore disse à revista sueca "POP" em 1993, sobre "One Caress":
O melhor de tudo que foi muito espontâneo. [O quarteto de cordas] entrei, toquei e cantei com eles ao vivo. 
Gravamos a música em três horas, geralmente todas as músicas demoram cerca de um mês. 
Não partilho a crença de que sintetizadores e samplers não são instrumentos reais, mas há algo especial com músicos, verdadeiros instrumentistas de cordas. 
Eles estudaram muitos anos para tocar os seus instrumentos. 
Senti dentro de mim que a minha música foi levada de repente mais a sério. 
Eu sei que não devia sentir-me assim. 
Mas por mais estúpido que pareça, de repente ouvir músicos "verdadeiros" que estudaram música durante anos a executar a tua música faz com que, de certa forma, pareça mais sério. 
É apenas um sentimento, mas está lá. "

Sobre a capa do álbum :
Retrata o rosto do membro da banda. 
Cada uma delas está associada com um símbolo diferente roxo colocado no seu rosto (são como digitais estilizadas).





Os mesmos símbolos também aparecem no single "I Feel You". 
Os números nos cantinhos de cada simbolo, são as datas seus aniversários.
Na capa, da esquerda prá direita em cima :
O simbolo  mais "quadrado" (1659) - Alan Wilder (01/06/1959)
O simbolo  mais "longo" (9562) - Dave Gahan (09/05/1962)
Na capa, da esquerda prá direita embaixo :
O simbolo que lembra uma “coroa” (23761) - Martin Gore (23/07/1961)
O símbolo mais "fininho" (8761) - Andrew Fletcher (08/07/1961)


Excelente álbum e tourné.
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

sexta-feira, 20 de março de 2026

20 03 1990 : The Wherehouse, Los Angeles - Os fatos...

Os principais responsáveis desta promoção foram a estação de rádio de Los Angeles KROQ-FM, a Mute Records (gravadora da Depeche Mode) e a The Wherehouse, uma rede de discos e lojas de vídeo.  

O plano era que toda a banda comparecesse para uma sessão de autógrafos, um dia após o lançamento do seu novo álbum Violator. 

A loja da Wherehouse Records do outro lado da rua do Beverly Center na La Cienega Boulevard e 3rd Street em Los Angeles era o local onde tudo isso aconteceria. 

Os fãs entravam na fila, iam entrar alguns de cada vez, e a banda então assinava cópias de seu novo lançamento e outras memorabilias deles das 21 hs até meia-noite. 

KROQ promoveria maciçamente a aparição de Depeche Mode no The Wherehouse durante a semana que antecedeu, e transmitiria ao vivo do local enquanto a banda estivesse por lá. 



Alguns seguranças foram contratados, e tudo parecia simples o suficiente. Ninguém em seus sonhos mais loucos antecipou a histeria que aconteceria!

Embora não houvesse como negar a enorme popularidade do Depeche Mode em todo o mundo, havia igual concordância de que eles eram os mais populares em Los Angeles. Menos de dois anos antes, os garotos tocaram no Rose Bowl diante de uma multidão de 65.000 pessoas, começou a circular por aí a notícia de que o Depeche poderia atrair 10.000 pessoas para o Wherehouse. A loja não acreditou em mais de 150.

Havia muita emoção no ar quando a grande noite finalmente chegou. Mesmo sendo uma terça-feira, a eletricidade tinha a sensação de uma sexta à noite. Às 20hs, a multidão que se reunia em torno do Wherehouse já era enorme. 

Milhares de pessoas estavam esperando na fila para obter autógrafos da banda. Alguns estavam acampando desde a noite anterior. 

Disseram que a fila se estendia de La Cienega até Beverly até Fairfax. Isso é quase 1 quilômetro e meio de comprimento!  

A banda chegou às 21hs, mal conseguindo escapar da paixão selvagem dos gritos, aplausos dos fãs em torno de sua limusine. Quando ele parou na entrada de La Cienega, meia dúzia de seguranças guiaram os membros da banda em segurança dentro do Wherehouse.

A multidão selvagem, barulhenta e louca lá fora estava em contraste com um silêncio dentro de The Wherehouse onde Dave, Alan, Andy e Martin estavam sentados em uma longa mesa dando autógrafos para uma procissão ordenada de alguns fãs sortudos selecionados.

Dave comenta que "a estimativa da multidão da polícia de Los Angeles era de 17.000 fans, não é nem algo planejado. Nos pediram para fazer uma sessão de autógrafos numa loja. Parecia uma boa ideia, já que não estávamos fazendo nenhum show no momento. Nós nunca esperávamos esse tipo de participação."

Era óbvio que a maioria das 17.000 pessoas não iam assinar algo lá dentro, então a multidão decidiu forçar sua entrada. Os rostos de centenas e centenas de fãs foram esmagados contra as janelas da frente de vidro da loja. A multidão até apressou uma das portas, e pelo menos 10 seguranças e funcionários da casa tiveram que fechar a porta. Por volta das 22h15.m., as coisas estavam tão fora de controle que não era mais seguro para a banda dar autógrafos.

Eles foram levados para um quarto dos fundos, e eles eventualmente fizeram uma saída segura para fora do prédio.

Quando foi anunciado que a banda não estava dando mais autógrafos, as pessoas ficaram chateadas e com raiva. Eles ficaram na fila por horas e horas. 

A multidão começou a bater e sacudir as janelas. Milhares de pessoas loucas e bêbadas estavam jogando garrafas de cerveja pela rua.

 Milhares e milhares de fãs do DM estavam enlouquecendo por toda parte, correndo pelas ruas como uma multidão louca.

Várias pessoas estavam empoleiradas em árvores enquanto outras pulavam para cima e para baixo em vans de reportagens das rádios. Eles estavam quebrando janelas de carros e destruindo propriedades em todos os lugares.

La Cienega foi barricada por uma combinação de pelo menos 100 policiais de choque que estavam segurando escudos e cassetetes.

Havia também policiais a cavalo e helicópteros da polícia circulando por cima. 

Apesar de sua presença, eles permitiram que a multidão enlouquecesse. Foi um pesadelo. Surpreendentemente, houve muito poucas prisões. Foi um milagre não haver mortes e poucos ferimentos graves.




Vídeos :

Entrevistas com o DM na Wherehouse : https://www.youtube.com/watch?v=-SrVAFXU3s4

Matéria sobre "a confusão" nas Tv's : https://www.youtube.com/watch?v=oKPtQojA8ws

KROQ, Mute Records e The Wherehouse tinham muito medo de serem processados.

Então, a fita K7 promocional "The Wherehouse 20/03/1990" (Sire/Reprise PRO-C-4329) foi apresentada como um pedido de desculpas aos fãs que se sentiram incomodados ou sofreram ferimentos leves. 

A revista Spin informou em julho de 1990 que 25.000 cópias foram produzidas para distribuição na direção de Daniel Miller. 

Os fãs do Depeche Mode na área de Los Angeles foram instruídos pela estação de rádio local KROQ a enviar um envelope carimbado para recebê-la. Richard Blade, da KROQ, elogiou a atitude : "Isso mostra o quanto a banda é dedicada aos seus fãs e é por isso que seus fãs ficam com eles".




Fontes : JeanBong13, Bong Magazine, Internet.

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JeanBong13


quinta-feira, 19 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Violator (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (19 de março de 1990):
Data de lançamento do album Violator, no Reino Unido.






Violator é o sétimo álbum de estúdio do Depeche Mode, lançado em 19 de março de 1990, produzido pela banda em parceria com Flood, que já produziu álbuns como o The Joshua Tree, do U2.

Esse disco é lembrado como a obra-prima da banda, um dos mais importantes da música eletrônica e um dos melhores da história, com uma variedade de músicas muito bem aproveitada, arranjos diferentes e inspirados com uma composição sólida de ambas letras e harmonia.

O álbum foi a maior de todas as transformações sonoras da banda, abandonando o synthpop e samplers dos anos 80 e se dedicando a sintetizadores analógicos, assim fazendo músicas de dance-rock. Entrementes, é um dos mais influentes álbuns do Depeche Mode, inspirando bandas como Pet Shop Boys e Smashing Pumpkins.

Nunca um álbum de música eletrônica havia causado tanto frisson e alcançado tamanha popularidade assim desde Music for the Masses (também do DM) e Power, Corruption and Lies do New Order. Todos os seus singles fizeram um enorme sucesso e se tornaram clássicos instantâneos do grupo. 
É um álbum chave na história da música eletrônica, já que no mesmo ano a dance music explodiria no mundo todo, com Depeche Mode quase pastoreando o fenômeno.

O álbum estreou em 7° lugar na Billboard 200, com uma noite de autógrafos marcada para o dia do lançamento em uma livraria em Nova York. 
Porém, mais de 17.000 fãs apareceram, 10 vezes mais que o esperado; logo, o evento teve que ser cancelado.

Vendeu 13,5 milhões de cópias de acordo com cálculos atualizados feitos pela gravadora Mute Records (é triplo platina tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido) e recebeu uma versão remasterizada, incluindo DVD com documentário e faixas bônus em 2006.

Este álbum é mencionado no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die.

Seus singles foram :
"Personal Jesus" virou uma mania no mundo todo e é constantemente colocada entre as melhores de todos os tempos, como um importante single, best-seller e uma faixa de ótima qualidade. Tem uma batida country, energia contagiante e fortíssima composição.

"Enjoy the Silence", uma das mais populares músicas (senão a mais popular) do Depeche Mode e colocada como uma das rainhas da música eletrônica, ao lado de "Bizarre Love Triangle" do New Order, Blue Monday também do New Order, "Robots" do Kraftwerk e "West End Girls", dos Pet Shop Boys. Com sua bela melodia e emoção, entrou pro Top 10 na Billboard US Hot 100 e liderou rádios alternativas por três semanas consecutivas.

"Policy of Truth", uma das mais dançantes, elogiadas, preferidas da banda e bem vendidas do álbum também fez um sucesso enorme nas rádios alternativas e pistas de dança, quase liderando ambas simultâneamente. Entrou pro Top 20 na US Hot 100 e liderou rádios alternativas por uma semana.

"World in My Eyes" também é lembrada com carinho por fãs e integrantes, por causa da sua batida criativa e letra fácil de entender. É claramente uma faixa feita para dançar. 

Texto de Enock Neto.
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

quarta-feira, 18 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Heaven (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (18 de março de 2013):
Data de lançamento do single de Heaven, no Reino Unido.
É o primeiro single de seu décimo terceiro álbum de estúdio, Delta Machine (2013).
Escrita por Martin L. Gore e produzida por Ben Hillier, a canção estreou mundialmente no programa matinal do Kevin and Bean do KROQ em 30 de janeiro de 2013.
O single foi lançado digitalmente na maioria dos territórios em 31 de janeiro de 2013.
No Reino Unido, foi lançado digitalmente em 17 de março de 2013 e fisicamente no dia seguinte.
Seu B-side All That's Mine; foi escrito por Dave Gahan e Kurt Uenala.
Em junho de 2013, o single foi certificado ouro pela Federazione Industria Musicale Italiana (FIMI), denotando downloads superiores a 15.000 unidades na Itália.
No Reino Unido, em contraste, o single alcançou #60, o primeiro single inicial de um álbum do Depeche Mode a não chegar ao Top 40 do Reino Unido.







Belíssimo clipe e single para a divulgação do album "Delta Machine".
O clipe foi dirigido por Timothy Saccenti e foi filmado em novembro de 2012 no Marigny Opera House, uma antiga igreja católica em Faubourg  Marigny, em Nova Orleans.
Fonte : Wikipédia
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

terça-feira, 17 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Spirit (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (17 de março de 2017):
Data de lançamento do album "Spirit", no Reino Unido.

"Spirit" é o décimo quarto álbum de estúdio do Depeche Mode.
Foi lançado em 17 de março de 2017 pelo gravadora Columbia Records. 
É o segundo trabalho da banda lançado pela Columbia.
"Spirit" estreou em quinto lugar na Uk Albums Chart, vendendo 23.658 unidades em sua primeira semana.
Na semana seguinte, o álbum saiu do top 10 para o número 17, com vendas de 5.658.
O álbum estreou em quinto lugar na Billboard 200 dos EUA, vendendo 64.000 unidades equivalentes a álbuns (62.000 em vendas de álbuns fisicos).
O álbum foi gravado com o novo produtor James Ford, e foi precedido pelo single "Where's the Revolution".








Spirit recebeu críticas altamente positivas dos críticos após o lançamento.
No Metacritic, que atribui uma classificação normalizada de 100 para comentários de publicações mainstream, o álbum recebeu uma pontuação média de 74, com base em 24 avaliações.
Em uma crítica positiva da AllMusic de Neil Z. Yeung ele afirma que robusto e destemido, Spirit pode acabar sendo uma das primeiras e melhores salvas de sua era política. Apesar das letras serem contrárias, o Depeche Mode não desistiu da humanidade.
Saby Reyes-Kulkarni da Pitchfork afirmou que Spirit é tão convincente apesar de sua mudança radical no tenor. 
Tanto para a banda quanto para o público, essa mudança não poderia ter vindo em melhor.
Vários críticos citaram as letras conscientes do álbum e os instrumentais sombrios como um aspecto positivo.

Fonte : Wikipédia
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

História Do Depeche Mode : Black Celebration (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (17 de março de 1986):
Data de lançamento do album Black Celebration, no Reino Unido.



É o quinto álbum do Depeche Mode, sendo um dos mais sombrios e depressivos discos da banda.
A sonoridade que começou em Some Great Reward, se estabeleceu e tornou se constante a partir desse LP.
O álbum não trouxe nenhum grande sucesso, mas é cheio de singles que a grande maioria dos fãs consideram favoritos, como "Stripped", "A Question of Lust", "A Question of Time" e "Black Celebration". Destaque para "Fly on the Windscreen".
Foi e é considerado um álbum importante da banda por inovar com um estilo mais gótico em algumas de suas canções.
Na época muitas bandas estavam lançando suas musicas em um estilo mais pop, mais suave.
Foi aí que Depeche Mode fez essa versão do álbum diferente para combater esse estilo.
Mas também é verdade que Martin Gore expressa seus sentimentos por Christina Friedrich neste álbum.
Black Celebration talvez tenha um estilo mais B-Side em suas músicas comparadas por outros álbuns. Foi de certa forma complicada gravarem este álbum por fugirem do seu estilo mais Pop em álbuns anteriores.
O próprio Dave Gahan chegou a comentar na época: “Se houve um tempo em que o Depeche Mode iria quebrar, seria na época do Black Celebration”.
A revista inglesa " Melody Maker " dizia sobre o disco 'Black Celebration' em seu lançamento: " Com este disco o Depeche Mode está se aproximando talvez inconscientemente, do sublime. Em " A Question of Lust ", " A Question of Time " e " Stripped " alcançam um equilíbrio quase perfeito entre luz e escuridão, palavra e luxúria. Em muitos aspectos, estes três singles marcam o seu ponto de saída. Pela primeira vez soam seguros de si mesmos e treinados para correr riscos. Dá a impressão de que, pela primeira vez, o Depeche Mode está preparado para dar o grande salto definitivo ".




Fontes : Wikipedia - Anos80/Notorious - Depechemode.com
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JeanBong13