sexta-feira, 17 de julho de 2026

Violator : The 12'' Singles - Box Set

Hoje na História do Depeche Mode : 17 de julho de 2020
É a data do lançamento do box de série limitada em vinil, do Violator : The 12" Singles.
(Originalmente com data prevista para 24 de abril de 2020.)
Dos Box Sets lançados até agora, é o primeiro que vem com material extra e alguma coisa realmente interessante para quem já tem tudo... (é o famoso "caça níqueis com algo a mais", prá fazer os fans, comprarem novamente, o mesmo material.


Este box contém 10 discos com as versões original e limitada de cada single, incluindo a versão em vinil de "Quad: Final Mix" de "Enjoy The Silence" (que tem a rosa desenhada no lado b), a edição limitada e lacrada em plástico azul de "World In My Eyes", mais um 12" de "World In My Eyes" Promocional, apresentando um remix raro.
Inclui ainda : o poster de "Enjoy The Silence", adesivos escrito "Limited Edition Remix", e o encarte em tamanho grande das fotos diferentes de "Personal Jesus" que na época, cada formato de single (7'', K7 Single, 12'' e L12''), vinham com cada integrante da banda.













Violator The Singles 12 " :

01.- Personal Jesus (12BONG17)
02.- Personal Jesus - Remix (L12BONG17) 
03.- Enjoy The Silence (12BONG18)
04.- Enjoy The Silence - Remix (L12BONG18)
05.- Enjoy The Silence - Remix (XL12BONG18) - Etched 
06.- The Policy Of Truth (12BONG19)
07.- The Policy Of Truth - Remix (L12BONG19) 
08.- World In My Eyes (12BONG20)
09.- World In My Eyes - Remix (L12BONG20) - Blue sealed edition
10.- World In My Eyes - Promo (P12BONG20)

Disc 1: Personal Jesus (12BONG17):
Personal Jesus (Holier Than Thou Approach)
Dangerous (Sensual Mix)
Personal Jesus (Acoustic)

Disc 2: Personal Jesus - Remix (L12BONG17):
Personal Jesus (Pump Mix)
Personal Jesus (Telephone Stomp Mix)
Dangerous (Hazchemix)

Disc 3: Enjoy The Silence (12BONG18):
Enjoy The Silence (Single Version)
Enjoy The Silence (Hands And Feet Mix)
Enjoy The Silence (Ecstatic Dub)
Sibeling (Single Version)

Disc 4: Enjoy The Silence - Remix (L12BONG18):
Enjoy The Silence (Bass Line)
Enjoy The Silence (Harmonium)
Enjoy The Silence (Ricki Tik Tik Mix)
Memphisto (Single Version)

Disc 5: Enjoy The Silence - Remix (XL12BONG18):
Enjoy The Silence (The Quad: Final Mix)

Disc 6: The Policy Of Truth (12BONG19):
Policy Of Truth (Beat Box Mix [Edit])
Policy Of Truth (Capitol Mix)
Kaleid

Disc: 7 The Policy Of Truth - Remix (L12BONG19):
Policy Of Truth (Trancentral Mix)
Kaleid (Remix)
Policy Of Truth (Pavlov's Dub)

Disc 8: World In My Eyes (12BONG20):
World In My Eyes (Oil Tank Mix)
Happiest Girl (Kiss-A-Mix)
Sea Of Sin (Sensoria)

Disc 9: World In My Eyes - Remix (L12BONG20):
World In My Eyes (Dub In My Eyes)
World In My Eyes (Mode To Joy)
Happiest Girl (The Pulsating Orbital Mix)

Disc: 10 World In My Eyes - Promo (P12BONG20):
World In My Eyes (Mayhem Mode)
Happiest Girl (The Pulsating Orbital Mix [Instrumental])

Com certeza, será um dos box mais vendidos rapidamente, pois além dos extras, é considerado o "grande album" do Depeche Mode.

Daniel Cassus : Obrigado pelas fotos !!!
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

segunda-feira, 13 de julho de 2026

O "Dia do Rock", o "Live Aid" e o Depeche Mode.

 

O Dia do Rock é celebrado anualmente no Brasil em 13 de julho. 

A data homenageia o festival Live Aid de 1985 e, embora o nome sugira uma comemoração global, a tradição de festejar o gênero nesse dia é uma exclusividade brasileira, impulsionada por rádios de São Paulo.

No dia 13/07/1985, enquanto algumas das bandas mais importantes do rock, participaram do "LIVE AID"; que aconteceu simultaneamente no Wembley Stadium e John F. Kennedy na Filadélfia com o objetivo principal de arrecadar fundos para combater a extrema fome na Etiópia; o Depeche Mode abriu para o The Clash; em um festival em Brest, França.

A venda dos ingressos no festival francês foi tão ruim, que parecia que ninguém ia cobrar.

Até que os promotores chegaram, com o dinheiro e o entregaram para a banda, em pequenas bolsas.

Choveu muito naquela noite; e o DM terminou o seu show, à uma hora da manhã.

Martin criticou o Live Aid: "Se todas estas bandas, realmente se importassem com essa causa, deveriam apenas doar o dinheiro! Por que não apenas doaram, ao invés de fazer toda essa parafernália?"

Ele achava que artistas que queriam ajudar deveriam apenas doar o dinheiro de forma privada. Para Gore, usar uma tragédia para conseguir promoção pessoal e marketing era algo errado.

O tecladista Alan Wilder resumiu o sentimento da banda na época. Ele disse: "Doar para caridade deve ser um gesto totalmente privado, sem qualquer intenção de ganho pessoal".

Eles não foram convidados e, de qualquer forma, não teriam tocado.

"Duvido muito que teríamos aceitado o convite, mesmo se tivéssemos sido chamados", disse o tecladista Alan Wilder.

"Minha opinião pessoal é que doar para caridade deveria ser um gesto totalmente privado, sem nenhum ganho pessoal envolvido.

Inevitavelmente, quase todos os artistas que participaram do Live Aid tiveram um aumento considerável nas vendas de discos e, sendo o cético que sou, me pergunto quanto do lucro obtido com essas vendas realmente acabou indo para a Etiópia."

O Depeche Mode, até então, se recusava a participar de festivais de caridade, visto que eles viam isto, como uma forma de manipular as boas intenções das pessoas. Alavancando assim, a carreira dos músicos, com tal exposição.

Hoje, a História é diferente : O Depeche Mode usa sua fama e influência para causas sociais. A banda apoia projetos como MusiCares, Teenage Cancer Trust e outras instituições. (ver matéria abaixo)

https://depechemodebrasil.blogspot.com/2026/02/o-lado-beneficente-do-depeche-mode.html

Alguns outros artistas que não participaram do Live Aid, cada um com seu "motivo particular" :

Michael Jackson, Prince, Bruce Springsteen, Def Leppard, Stevie Wonder, Pink Floyd, Rod Stewart, Culture Club, Tears For Fears, Eurythmics, The Smiths, Billy Joel, Yes, Rolling Stones, Rush, Deep Purple, entre outros...

Fontes :

https://www.goldradio.com/news/music/live-aid-missing-absent-not-play-why/

https://whiplash.net/materias/curiosidades/371210.html




Faith & Devotion !!!

JeanBong13

domingo, 12 de julho de 2026

História Do Depeche Mode : Strange (VHS)

Hoje, na História do Depeche Mode 12 de julho de 1988.
Lançamento do VHS "Strange", nos EUA.




Strange é um filme em preto e branco sobre e com Depeche Mode. 
(exceto por alguns megafones aleatórios que eram coloridos de vermelho)
É a segunda compilação de videoclipes do Depeche Mode, com os cinco primeiros vídeos do Depeche Mode dirigidos por Anton Corbijn, lançado em 1988.
Corbijn gravou todos os vídeos em Super-8.
Entre os videoclipes existem curtas-metragens, também criados pelo Sr. Corbijn.
Além do Depeche Mode, participam dos clipes e dos curtas : 
Nassim, Aiden, Rebecca, Valdemar, Tisch, Bart, Stoya, Warren, Ippolita e Francesco.
Baseado no amor ou na vida ou luxúria ou talvez nada em particular e foi filmado na França, EUA, Espanha, Reino Unido, Dinamarca e Itália.
Ele apresenta as músicas :
Question Of Time (Remix)
Strangelove (7'' Version)
Never Let Me Down Again (Split Mix)
Behind The Wheel (Album Version)
Pimpf
Abre com o último single de lançado do álbum "Black Celebration", inclui os três principais singles do "Music For The Masses", e termina com Pimpf, faixa instrumental que encerra o álbum "Music", sendo este clipe, praticamente exclusivo para esse VHS.
Tempo Aproximado : 30 Minutos.
Film Director [A Black And White Mode By, Directed By, Filmed By] – Anton Corbijn
Film Producer [Produced By] – Richard Bell

Para desespero dos fans, existe uma edição limitada esgotada, lançada em março de 1988 na Europa, que inclui 6 cartões postais, sendo 4 deles autografados, por cada um dos integrantes da banda.
Bem difícil de achar, e infelizmente, quando é encontrado, é muito, mas muito caro.
Para "nosso conhecimento e desespero" :














Saiu também no formato LD (Laserdisc), no Japão ! (em 03/02/1993)




Lindo item de colecionador !!!
Fontes : Wikipédia e Discogs
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

sábado, 11 de julho de 2026

História Do Depeche Mode : Everything Counts (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (11 de julho de 1983):
Data de lançamento do single de Everything Counts, no Reino Unido.





A data se refere ao lançamento oficial do single 7''.
O single introduziu uma transição no conteúdo lírico para o grupo. 
"Everything Counts" trata especificamente a questão da ganância corporativa e corrupção na Grã-Bretanha, como o coro canta "grabbing hands" (mãos gananciosas) que "grab all they can"(peguem tudo que puderem). 
Talvez surpreendentemente, o single foi lançado em um momento quando a banda em si não estava sob um contrato formal com Mute Records (Gore publica suas músicas sob o nome de "Grabbing Hands Music"). 
Além de ter "encontrado" sons usados como samplers, o single também sampleia uma variedade de instrumentos musicais, como o xilofone e uma escaleta (que Martin é conhecido por tocar no palco da música).


Foi também a primeira canção no catálogo da banda, que inclui os dois cantores da banda proeminente (em momentos diferentes). 
O vocalista Dave Gahan canta os vocais dos versos, enquanto compositor Martin Gore canta os vocais em coro com apoio de Alan Wilder.

"É uma das minhas músicas favoritas", disse Dave Gahan, à Best em 1989. "'Construction Time Again', foi um passo importante em nossa carreira [...] As letras são atemporais,e falam de dinheiro, poder e corrupção."

Alan Wilder: “Gosto de 'Construction Time Again', devido à sua ambição de seguir em frente. 
Você pode ouvir só coisas boas neste LP, como "Everything Counts", por exemplo."

"Everything Counts" se concentra nas atitudes das duas faces que abundam na indústria. E não apenas no negócio da música, mas em qualquer lugar onde o dinheiro esteja envolvido. 
Gore afirma que por trás de todos os acordos e motivos, existe puro egoísmo. "Não sou tão amargo assim, pessoalmente. Eu tenho uma vida confortável. São apenas algumas coisas que notei." Alan acrescentou: "Estamos em uma posição privilegiada para sermos bons observadores, já que estamos sempre conhecendo grupos, e ouvindo falar de acordos duvidosos."

"Todas as viagens que fizemos certamente ajudaram muito", admitiu Dave Gahan:"'Everything Counts', foi parcialmente inspirado na Tailândia - é aí que entra o lado oriental, como a Coréia. Você chega até lá, e todos os hotéis estão cheios de homens de negócios, tratando as pessoas como se não fossem nada! Eles só estão interessados ​​nos negócios deles - é isso que eu realmente odeio nos grandes negócios: as pessoas não se importam com as outras. Só com o dinheiro. Todas as mulheres que você vê  por lá, são prostitutas - essa é a única maneira de se ganhar dinheiro! O problema é que as pessoas no poder não se importam com alguém com um salário baixo, apenas se preocupam com o próprio poder. Mas acho que as pessoas devem se preocupar com as outras, porque desde o momento em que nascemos, somos colocados em competição [...] as atitudes das pessoas precisam mudar. Você precisa olhar o mundo para mudar as coisas." (NME, 17.09.1983)

Em uma entrevista de 1985, à revista britânica nº 1, Andrew Fletcher falou sobre "Everything Counts":

AF: " ... estávamos experimentando várias tecnologias novas... e tínhamos emuladores e sincronizadores para fazer um novo som. A música discute problemas de corrupção e ganância corporativa no Reino Unido, e usa como metáfora, 'agarre com suas mãos';  'agarre o que puder."

O videoclipe de "Everything Counts" foi dirigido por Clive Richardson, e filmado na antiga Berlim Ocidental. 
O Depeche Mode voltou com Richardson, depois de estar insatisfeito com o diretor de videoclipes anterior, Julian Temple, que dirigiu os vídeos de "A Broken Frame".

De acordo com Alan Wilder:

"Após anos trabalhando com Julien Temple, precisávamos fortalecer não apenas nosso som, mas também nossa imagem! 
Clive tinha muitas idéias novas, que não envolviam storyboards estúpidos, nos quais tínhamos que atuar!"

Sobre o vídeo :

Fletcher: "Eu não gosto dos nossos primeiros vídeos, porque fomos usados ​​como experimento para algumas idéias desonestas.Todos eram vídeos do tipo storyboard, e tivemos que atuar bastante. Além também de não sermos bons nisto."

Martin concordou: "Conseguimos encontrar um diretor que gostamos em Clive Richardson. Trabalhamos muito bem com ele, e investimos agora, muito mais tempo e energia nos clipes."

O lado B :
"Work Hard (remix do East End)"

É a primeira música do Depeche Mode, (sem instrumentais), creditada a Martin Gore e Alan Wilder. 
"O single consistia principalmente em quebra de madeira", explicou Dave Gahan: “Corremos com um martelo e uma caixa de ferramentas pelos ferro-velhos, no leste de Londres, e batemos em tudo que podíamos encontrar. Gareth Jones tinha um gravador de fita cassete e um microfone e, é por isso, que voltávamos ao estúdio com sons altos e estranhos; que colocávamos em um sampler ou em uma fita analógica, e cortávamos várias vezes até que um bom ritmo saísse."



Complemento do Texto : Veronica Bussadori
Fontes : depechemode.com; Wikipédia; Wiki ao vivo do Depeche Mode dmlive.wiki/wiki/Everything_Counts + dmlive.wiki/wiki/Work_Hard; "New Life", No.1, 13.08.1983; Uncut Magazine, maio de 2016 www.uncut.co.uk/features/depeche-modes-dave-gahan-74135/2; “Stripped”, by Jonathan Miller; Shunt - www.recoil.co.uk

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JeanBong13

quinta-feira, 9 de julho de 2026

História Do Recoil : SubHuman (Album)

Hoje na História do Recoil (09 de julho de 2007): 

Data de lançamento do álbum SubHuman, no Reino Unido.

SubHuman é o quarto álbum de estúdio do Recoil. 

Alan Wilder declarou em um vídeo no YouTube em setembro de 2006 que haveria um novo álbum chegando na primavera ou início do verão de 2007.

Em 23 de abril de 2007, ele lançou informações sobre o álbum via My space e seu site oficial, Shunt. 

SubHuman foi lançado em 9 de julho de 2007 na Europa e 14 de agosto de 2007 nos EUA.

Foi lançado em vários formatos, incluindo : CD padrão, vinil capa dupla e uma edição especial de CD/DVD que inclui surround 5.1 e mixagens exclusivas "ambiente". 

O DVD incluiu todos os videoclipes feitos até o momento do lançamento.

Trabalhando com Wilder neste álbum estava o bluesman nativo de Nova Orleans Joe Richardson, que contribuiu com vocais, guitarra e gaita. 

Também trabalharam no subHuman : Hepzibah Sessa, e Paul Kendall, que trabalhou no álbum Liquid  de 2000 e mixagens do álbum Unsound Methods de 1997. 

Outra colaboradora foi a cantora inglesa Carla Trevaskis, que trabalhou com Fred de Faye (Eurythmics), Cliff Hewitt (Apollo 440) e Dave McDonald (Portishead).

A faixa "99 to Life" refere-se à pena máxima de prisão proferida, aquém da pena de morte. 

Isso é baseado em uma história real de acordo com Richardson em uma entrevista para a revista de música Side-Line.

Lista De Faixas :

CD: MUTE / CD STUMM 279 (Reino Unido)

1." Prey " 8:21

2." Allelujah" 9:26

3." 5000 Years" 6:37

4." The Killing Ground " 9:55

5." Intruders " 11:36

6." 99 to Life" 8:10

7." Backslider" 7:09



CD/DVD: MUTE / LCD STUMM 279 (Reino Unido)

Inclui o cd acima e mais um DVD com:

Gravação de alta qualidade de 24 bits e 48 kHz de subHuman.

5.1 DTS e ac3 versões surround do subHuman.

Exclusivo ambiente (reduction mix) de subHuman também em qualidade de 24 bits/48 kHz.

Vídeos promocionais das músicas:

1. "Faith Healer"

2. "Drifting"

3. "Stalker"

4. "Strange Hours"

5. "Jezebel"

6. "Shunt" (vídeo oculto)

7. "Electro Blues For Bukka White (2000 Mix)" (vídeo oculto)






CRÉDITOS :

Alan Wilder - All Music

Joe Richardson - Vocal nas faixas 1,3,4,6 e 7. Guitarras & Gaita.

Carla Trevaskis - Vocal nas faixas 2 e 5.

John Wolfe - Bass Guitar

Richard Lamm - bateria

Hepzibah Sessa - Violino e Viola

Lee Funnell - Fotografia

Jesse Holborn no Design Holborn - Art Direction & Design

Texas Treefort Studios - Complexo de gravação, Austin Texas


Propaganda para a festa oficial de lançamento do SubHuman em Berlim :



Faith & Devotion !!!
JeanBong13