quinta-feira, 19 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Violator (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (19 de março de 1990):
Data de lançamento do album Violator, no Reino Unido.






Violator é o sétimo álbum de estúdio do Depeche Mode, lançado em 19 de março de 1990, produzido pela banda em parceria com Flood, que já produziu álbuns como o The Joshua Tree, do U2.

Esse disco é lembrado como a obra-prima da banda, um dos mais importantes da música eletrônica e um dos melhores da história, com uma variedade de músicas muito bem aproveitada, arranjos diferentes e inspirados com uma composição sólida de ambas letras e harmonia.

O álbum foi a maior de todas as transformações sonoras da banda, abandonando o synthpop e samplers dos anos 80 e se dedicando a sintetizadores analógicos, assim fazendo músicas de dance-rock. Entrementes, é um dos mais influentes álbuns do Depeche Mode, inspirando bandas como Pet Shop Boys e Smashing Pumpkins.

Nunca um álbum de música eletrônica havia causado tanto frisson e alcançado tamanha popularidade assim desde Music for the Masses (também do DM) e Power, Corruption and Lies do New Order. Todos os seus singles fizeram um enorme sucesso e se tornaram clássicos instantâneos do grupo. 
É um álbum chave na história da música eletrônica, já que no mesmo ano a dance music explodiria no mundo todo, com Depeche Mode quase pastoreando o fenômeno.

O álbum estreou em 7° lugar na Billboard 200, com uma noite de autógrafos marcada para o dia do lançamento em uma livraria em Nova York. 
Porém, mais de 17.000 fãs apareceram, 10 vezes mais que o esperado; logo, o evento teve que ser cancelado.

Vendeu 13,5 milhões de cópias de acordo com cálculos atualizados feitos pela gravadora Mute Records (é triplo platina tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido) e recebeu uma versão remasterizada, incluindo DVD com documentário e faixas bônus em 2006.

Este álbum é mencionado no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die.

Seus singles foram :
"Personal Jesus" virou uma mania no mundo todo e é constantemente colocada entre as melhores de todos os tempos, como um importante single, best-seller e uma faixa de ótima qualidade. Tem uma batida country, energia contagiante e fortíssima composição.

"Enjoy the Silence", uma das mais populares músicas (senão a mais popular) do Depeche Mode e colocada como uma das rainhas da música eletrônica, ao lado de "Bizarre Love Triangle" do New Order, Blue Monday também do New Order, "Robots" do Kraftwerk e "West End Girls", dos Pet Shop Boys. Com sua bela melodia e emoção, entrou pro Top 10 na Billboard US Hot 100 e liderou rádios alternativas por três semanas consecutivas.

"Policy of Truth", uma das mais dançantes, elogiadas, preferidas da banda e bem vendidas do álbum também fez um sucesso enorme nas rádios alternativas e pistas de dança, quase liderando ambas simultâneamente. Entrou pro Top 20 na US Hot 100 e liderou rádios alternativas por uma semana.

"World in My Eyes" também é lembrada com carinho por fãs e integrantes, por causa da sua batida criativa e letra fácil de entender. É claramente uma faixa feita para dançar. 

Texto de Enock Neto.
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JeanBong13

quarta-feira, 18 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Heaven (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (18 de março de 2013):
Data de lançamento do single de Heaven, no Reino Unido.
É o primeiro single de seu décimo terceiro álbum de estúdio, Delta Machine (2013).
Escrita por Martin L. Gore e produzida por Ben Hillier, a canção estreou mundialmente no programa matinal do Kevin and Bean do KROQ em 30 de janeiro de 2013.
O single foi lançado digitalmente na maioria dos territórios em 31 de janeiro de 2013.
No Reino Unido, foi lançado digitalmente em 17 de março de 2013 e fisicamente no dia seguinte.
Seu B-side All That's Mine; foi escrito por Dave Gahan e Kurt Uenala.
Em junho de 2013, o single foi certificado ouro pela Federazione Industria Musicale Italiana (FIMI), denotando downloads superiores a 15.000 unidades na Itália.
No Reino Unido, em contraste, o single alcançou #60, o primeiro single inicial de um álbum do Depeche Mode a não chegar ao Top 40 do Reino Unido.







Belíssimo clipe e single para a divulgação do album "Delta Machine".
O clipe foi dirigido por Timothy Saccenti e foi filmado em novembro de 2012 no Marigny Opera House, uma antiga igreja católica em Faubourg  Marigny, em Nova Orleans.
Fonte : Wikipédia
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JeanBong13

terça-feira, 17 de março de 2026

História Do Depeche Mode : Spirit (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (17 de março de 2017):
Data de lançamento do album "Spirit", no Reino Unido.

"Spirit" é o décimo quarto álbum de estúdio do Depeche Mode.
Foi lançado em 17 de março de 2017 pelo gravadora Columbia Records. 
É o segundo trabalho da banda lançado pela Columbia.
"Spirit" estreou em quinto lugar na Uk Albums Chart, vendendo 23.658 unidades em sua primeira semana.
Na semana seguinte, o álbum saiu do top 10 para o número 17, com vendas de 5.658.
O álbum estreou em quinto lugar na Billboard 200 dos EUA, vendendo 64.000 unidades equivalentes a álbuns (62.000 em vendas de álbuns fisicos).
O álbum foi gravado com o novo produtor James Ford, e foi precedido pelo single "Where's the Revolution".








Spirit recebeu críticas altamente positivas dos críticos após o lançamento.
No Metacritic, que atribui uma classificação normalizada de 100 para comentários de publicações mainstream, o álbum recebeu uma pontuação média de 74, com base em 24 avaliações.
Em uma crítica positiva da AllMusic de Neil Z. Yeung ele afirma que robusto e destemido, Spirit pode acabar sendo uma das primeiras e melhores salvas de sua era política. Apesar das letras serem contrárias, o Depeche Mode não desistiu da humanidade.
Saby Reyes-Kulkarni da Pitchfork afirmou que Spirit é tão convincente apesar de sua mudança radical no tenor. 
Tanto para a banda quanto para o público, essa mudança não poderia ter vindo em melhor.
Vários críticos citaram as letras conscientes do álbum e os instrumentais sombrios como um aspecto positivo.

Fonte : Wikipédia
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JeanBong13

História Do Depeche Mode : Black Celebration (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (17 de março de 1986):
Data de lançamento do album Black Celebration, no Reino Unido.



É o quinto álbum do Depeche Mode, sendo um dos mais sombrios e depressivos discos da banda.
A sonoridade que começou em Some Great Reward, se estabeleceu e tornou se constante a partir desse LP.
O álbum não trouxe nenhum grande sucesso, mas é cheio de singles que a grande maioria dos fãs consideram favoritos, como "Stripped", "A Question of Lust", "A Question of Time" e "Black Celebration". Destaque para "Fly on the Windscreen".
Foi e é considerado um álbum importante da banda por inovar com um estilo mais gótico em algumas de suas canções.
Na época muitas bandas estavam lançando suas musicas em um estilo mais pop, mais suave.
Foi aí que Depeche Mode fez essa versão do álbum diferente para combater esse estilo.
Mas também é verdade que Martin Gore expressa seus sentimentos por Christina Friedrich neste álbum.
Black Celebration talvez tenha um estilo mais B-Side em suas músicas comparadas por outros álbuns. Foi de certa forma complicada gravarem este álbum por fugirem do seu estilo mais Pop em álbuns anteriores.
O próprio Dave Gahan chegou a comentar na época: “Se houve um tempo em que o Depeche Mode iria quebrar, seria na época do Black Celebration”.
A revista inglesa " Melody Maker " dizia sobre o disco 'Black Celebration' em seu lançamento: " Com este disco o Depeche Mode está se aproximando talvez inconscientemente, do sublime. Em " A Question of Lust ", " A Question of Time " e " Stripped " alcançam um equilíbrio quase perfeito entre luz e escuridão, palavra e luxúria. Em muitos aspectos, estes três singles marcam o seu ponto de saída. Pela primeira vez soam seguros de si mesmos e treinados para correr riscos. Dá a impressão de que, pela primeira vez, o Depeche Mode está preparado para dar o grande salto definitivo ".




Fontes : Wikipedia - Anos80/Notorious - Depechemode.com
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JeanBong13

sexta-feira, 13 de março de 2026

História Do Depeche Mode : 101 (o álbum, o vhs)

Hoje na História do Depeche Mode (13 de março de 1989):
Data de lançamento do album : 101, no Reino Unido.




Filmado em 18 de junho de 1988 no Rose Bowl, Pasadena.
Para um público de 60.453 fans ! (Sold Out).


101 é filmado como um documentário, sendo pioneiro, pois contém um dos primeiros exemplos de vídeos retratando a realidade de um grupo, tanto da banda, como dos fans, que mais tarde viria a ser o conceito de um "reality show".


O dvd não contém o show na íntegra, apenas parte dele.
Porém no cd está completo o áudio do show.
O nome do album : "101" foi idéia do Alan Wilder, e refere-se ao número exato do show na tourné.
Antes desse título definitivo, chegou a ser cogitado : "Mass" e "A Brief Period Of Rejoicing" (Um breve período de alegria).
As contribuições de Wilder nas músicas 'Never Let Me Down Again', 'Black Celebration' e 'Shake The Disease', foram prodigiosas, assim como os seus arranjos em 'Just Can't Get Enough'.
Também digna de nota é a performance de 'Everything Counts', que soa poderosa e altamente eletrônica, razão pela qual foi escolhida para o encerramento dos shows, e como single promocional do álbum.
'101' é um complemento para todo o sucesso comercial do álbum 'Music For The Masses', que teve suas altas vendas e grande sucesso na América do Norte.
'101' é o primeiro álbum em que Corbijn trabalhou numa capa de album para o DM.



Na época : disponível em CD, LP e MC.
E também em VHS e Videolaser.















Um detalhe importante sobre esse show : foi a primeira vez que Dave conseguiu "sentir toda a emoção do público" em "Never let me down again", na hora da "onda com os braços ou campos de milho" (O Depeche Mode mencionou este show em muitas entrevistas ao longo dos anos, como aqui dez anos depois, para o EPK do album "Singles 86/98"), ficou realmente "sem ação" ao ver todo o público acompanhando seus movimentos no show :

Dave Gahan :

"Eram cerca de 70.000 pessoas ou algo assim, e isso era algo que estávamos muito nervosos em fazer, tocar esse grande show.

Quando realmente fizemos o show, não importava.

Não tocamos particularmente bem, minha voz se foi , deu tudo errado durante o show, tipo, pelo que achávamos que estávamos fazendo e o que achávamos que era importante sobre isso, mas não era.

Era, tipo, o evento, era o que realmente estava acontecendo lá.

É difícil para descrever, a menos que você esteja lá, assistindo ou fazendo parte disso.

Mas acho que todo mundo que estava naquele show e fez parte sentiu aquele momento.

E, você sabe, eu meio que comecei, tipo, choramingando no palco, e tentando encobrir, e ainda parecer muito machista e fazer minhas coisas.

Mas eu apenas fiquei ali por um minuto, fiquei em pé nesse grande tipo de plataforma, e eu olhei, e naquele momento, os braços de todos estavam, tipo, acenando no ar.

E eu olhei para baixo, e parece brega, mas parecia um grande campo de milho ou qualquer outra coisa balançando, e eu simplesmente parei e fiquei olhando a reação / movimento do público.

Não importava que eu estivesse cantando ou algo assim, estava apenas acontecendo.

Eu me pergunto se isso vai acontecer de novo.

E eu sentei nos bastidores, e minha esposa estava lá, Joanne, e eu sentei nesta sala, e eu lembro que comecei a chorar, eu realmente não sei porque chorar, eu estava feliz, triste, tudo ao mesmo tempo.

Eu me lembro disso, foi um momento legal.

Nós sentamos juntos, meu filho estava lá também, ele provavelmente tinha uns três meses, apenas um bebê, ele está realmente no filme.

Parece um grande alienígena, ele tem sua cabeça grande na câmera.

Todo aquele evento foi apenas uma daquelas coisas especiais, e felizmente nós o pegamos em filme.

Não dá pra ver lá, sério, eu assisto, fico arrepiado quando assisto, porque só lembro "dessa experiência", é aquela lembrança eufórica que entra em ação.

Uma combinação de tudo: nervos , ansiedade, felicidade, tristeza, o fim de tudo.

Esse foi o último show da nossa turnê também.

Então, eu diria que foi um dos momentos mais especiais dos quase vinte anos que estamos juntos, um [dos quais] não sabíamos o que ia acontecer, mas foi um momento lindo. "

 

Andy Fletcher :

"[O nome do álbum 'Music For The Masses'] vem de um álbum que Martin comprou, chamado 'Music For The Millions'.

Nós achamos muito engraçado, então 'Music For the Masses'... no final, 'Music For The Masses', porque fizemos isso, tipo, um grande show no Rosebowl, que foi o verdadeiro destaque da nossa carreira.

E, aliás, só tocamos em alguns estádios, e é como , você faz, com estádios, perder o contato com o público.

Mas naquele show em particular, o público estava conosco o tempo todo e foi absolutamente incrível. E, novamente, não foi grande apenas para nós, foi grande para a música alternativa na América."


Texto : Jean Campagner & Verônica Bussadori.

(Fonte parcial : dmlive.wiki)

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JeanBong13

quinta-feira, 12 de março de 2026

História Do Depeche Mode : People Are People (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (12 de março de 1984):
Data de lançamento do single de People Are People, no Reino Unido.







People Are People é o décimo single do Depeche Mode no Reino Unido, e foi gravado no Hansa Mischraum em Berlim Ocidental, e lançado em 12 de março de 1984.
Foi o primeiro single deles nos EUA e o primeiro single do álbum Some Great Reward.
Como acontece com muitas músicas do Depeche Mode, os membros da banda veem diferentes significados em People Are People.
De acordo com Martin Gore, a música é sobre racismo. Alan Wilder acrescenta que também pode ser sobre a guerra.
People Are People foi escrito por Martin Gore, mas a sensação dance pop da canção pode ser creditado a Alan Wilder.
Wilder escreveu o B-Side : In Your Memory.
Cada canção tem um Extended Remix, o Different Mixt; e o Slik Mix; respectivamente (embora  In Your Memory o mix é muitas vezes chamado incorretamente de Slick Mix ou Silk Mix).
Foi uma das primeiras canções gravadas para o álbum quando as sessões começaram no estúdio Hansa Mischraum em janeiro de 1984.
Esta foi a primeira música nossa que fez sucesso realmente em rádios populares, disse Dave Gahan em 2017.
Estávamos usando todas essas fitas para criar ritmos e a tecnologia era bastante avançada, mas não era nada como é hoje, as coisas que você pode fazer.
Costumávamos entrar nos estúdios e a primeira coisa que fazíamos, perguntaríamos onde era a cozinha - literalmente para pegar panelas e frigideiras e coisas que poderíamos jogar pelas escadas, e gravar os ritmos que elas fariam batendo ao redor, e depois transformá-los em loops.
O Clive Richardson dirigiu o clipe de People Are People e foi lançado em duas versões.
O vídeo original foi feito para a versão album e mais um vídeo alternativo feito com a versão Different Mix.
O videoclipe contou com imagens de várias cenas militares da Guerra Fria, misturadas com imagens da banda a bordo do HMS Belfast e de uma prensa de gravadora.
O Different Mix vídeo aparece em na fita "Some Great Videos" e no Video Singles Collection.
Apesar do sucesso da canção, Martin Gore a considera uma de suas canções menos favoritas.
Ele prefere que suas canções tenham metáforas sutis para permitir que as pessoas encontrem seus próprios significados para suas canções, e sente People Are People não se encaixa nessa descrição.
Em 1990, ele listou a música entre algumas das músicas que ele lamenta, chamando People Are People de muito agradável, muito comercial.
Não é tocada ao vivo desde 1988.
Curiosidade da capa : No lado direito (jaqueta de couro), a mão é do ator Hugh Grant, que dizem ter recebido 20 libras para servir de modelo.



Fonte : Wikipédia & JeanBong13
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JeanBong13