sexta-feira, 17 de julho de 2026
Violator : The 12'' Singles - Box Set
segunda-feira, 13 de julho de 2026
O "Dia do Rock", o "Live Aid" e o Depeche Mode.
O Dia do Rock é celebrado anualmente no Brasil em 13 de julho.
A data homenageia o festival Live Aid de 1985 e,
embora o nome sugira uma comemoração global, a tradição de festejar o gênero
nesse dia é uma exclusividade brasileira, impulsionada por rádios de São Paulo.
No dia 13/07/1985, enquanto algumas das bandas mais
importantes do rock, participaram do "LIVE AID"; que aconteceu
simultaneamente no Wembley Stadium e John F. Kennedy na Filadélfia com o
objetivo principal de arrecadar fundos para combater a extrema fome na Etiópia; o
Depeche Mode abriu para o The Clash; em um festival em Brest, França.
A venda dos ingressos no festival francês foi tão
ruim, que parecia que ninguém ia cobrar.
Até que os promotores chegaram, com o dinheiro e o
entregaram para a banda, em pequenas bolsas.
Choveu muito naquela noite; e o DM terminou o seu
show, à uma hora da manhã.
Martin criticou o Live Aid: "Se todas estas
bandas, realmente se importassem com essa causa, deveriam apenas doar o
dinheiro! Por que não apenas doaram, ao invés de fazer toda essa
parafernália?"
Ele achava que artistas que queriam ajudar deveriam
apenas doar o dinheiro de forma privada. Para Gore, usar uma tragédia para
conseguir promoção pessoal e marketing era algo errado.
O tecladista Alan Wilder resumiu o sentimento da
banda na época. Ele disse: "Doar para caridade deve ser um gesto
totalmente privado, sem qualquer intenção de ganho pessoal".
Eles não foram convidados e, de qualquer
forma, não teriam tocado.
"Duvido
muito que teríamos aceitado o convite, mesmo se tivéssemos sido chamados",
disse o tecladista Alan Wilder.
"Minha
opinião pessoal é que doar para caridade deveria ser um gesto totalmente
privado, sem nenhum ganho pessoal envolvido.
Inevitavelmente,
quase todos os artistas que participaram do Live Aid tiveram um aumento
considerável nas vendas de discos e, sendo o cético que sou, me pergunto quanto
do lucro obtido com essas vendas realmente acabou indo para a Etiópia."
O Depeche Mode, até então, se recusava a participar de festivais de caridade, visto que eles viam isto, como uma forma de manipular as boas intenções das pessoas. Alavancando assim, a carreira dos músicos, com tal exposição.
Hoje, a História é diferente : O Depeche Mode usa sua fama e influência para causas sociais. A banda apoia projetos como MusiCares, Teenage Cancer Trust e outras instituições. (ver matéria abaixo)
https://depechemodebrasil.blogspot.com/2026/02/o-lado-beneficente-do-depeche-mode.html
Alguns outros artistas que não participaram do Live Aid, cada um com seu "motivo particular" :
Michael Jackson,
Prince, Bruce Springsteen, Def Leppard, Stevie Wonder, Pink Floyd, Rod Stewart,
Culture Club, Tears For Fears, Eurythmics, The Smiths, Billy Joel, Yes, Rolling
Stones, Rush, Deep Purple, entre outros...
Fontes :
https://www.goldradio.com/news/music/live-aid-missing-absent-not-play-why/
https://whiplash.net/materias/curiosidades/371210.html
Faith & Devotion !!!
JeanBong13
domingo, 12 de julho de 2026
História Do Depeche Mode : Strange (VHS)
sábado, 11 de julho de 2026
História Do Depeche Mode : Everything Counts (Single)
O single introduziu uma transição no conteúdo lírico para o grupo.
Foi também a primeira canção no catálogo da banda, que inclui os dois cantores da banda proeminente (em momentos diferentes).
"É uma das minhas músicas favoritas", disse Dave Gahan, à Best em 1989. "'Construction Time Again', foi um passo importante em nossa carreira [...] As letras são atemporais,e falam de dinheiro, poder e corrupção."
Alan Wilder: “Gosto de 'Construction Time Again', devido à sua ambição de seguir em frente.
"Everything Counts" se concentra nas atitudes das duas faces que abundam na indústria. E não apenas no negócio da música, mas em qualquer lugar onde o dinheiro esteja envolvido.
"Todas as viagens que fizemos certamente ajudaram muito", admitiu Dave Gahan:"'Everything Counts', foi parcialmente inspirado na Tailândia - é aí que entra o lado oriental, como a Coréia. Você chega até lá, e todos os hotéis estão cheios de homens de negócios, tratando as pessoas como se não fossem nada! Eles só estão interessados nos negócios deles - é isso que eu realmente odeio nos grandes negócios: as pessoas não se importam com as outras. Só com o dinheiro. Todas as mulheres que você vê por lá, são prostitutas - essa é a única maneira de se ganhar dinheiro! O problema é que as pessoas no poder não se importam com alguém com um salário baixo, apenas se preocupam com o próprio poder. Mas acho que as pessoas devem se preocupar com as outras, porque desde o momento em que nascemos, somos colocados em competição [...] as atitudes das pessoas precisam mudar. Você precisa olhar o mundo para mudar as coisas." (NME, 17.09.1983)
Em uma entrevista de 1985, à revista britânica nº 1, Andrew Fletcher falou sobre "Everything Counts":
AF: " ... estávamos experimentando várias tecnologias novas... e tínhamos emuladores e sincronizadores para fazer um novo som. A música discute problemas de corrupção e ganância corporativa no Reino Unido, e usa como metáfora, 'agarre com suas mãos'; 'agarre o que puder."
O videoclipe de "Everything Counts" foi dirigido por Clive Richardson, e filmado na antiga Berlim Ocidental.
De acordo com Alan Wilder:
"Após anos trabalhando com Julien Temple, precisávamos fortalecer não apenas nosso som, mas também nossa imagem!
Fletcher: "Eu não gosto dos nossos primeiros vídeos, porque fomos usados como experimento para algumas idéias desonestas.Todos eram vídeos do tipo storyboard, e tivemos que atuar bastante. Além também de não sermos bons nisto."
Martin concordou: "Conseguimos encontrar um diretor que gostamos em Clive Richardson. Trabalhamos muito bem com ele, e investimos agora, muito mais tempo e energia nos clipes."
O lado B :
"Work Hard (remix do East End)"
É a primeira música do Depeche Mode, (sem instrumentais), creditada a Martin Gore e Alan Wilder.
quinta-feira, 9 de julho de 2026
História Do Recoil : SubHuman (Album)
Hoje na História do Recoil (09 de julho de 2007):
Data de lançamento do álbum SubHuman, no Reino Unido.
SubHuman é o quarto álbum de estúdio do Recoil.
Alan Wilder declarou em um vídeo no YouTube em setembro de 2006 que haveria um novo álbum chegando na primavera ou início do verão de 2007.
Em 23 de abril de 2007, ele lançou informações sobre o álbum via My space e seu site oficial, Shunt.
SubHuman foi lançado em 9 de julho de 2007 na Europa e 14 de agosto de 2007 nos EUA.
Foi lançado em vários formatos, incluindo : CD padrão, vinil capa dupla e uma edição especial de CD/DVD que inclui surround 5.1 e mixagens exclusivas "ambiente".
O DVD incluiu todos os videoclipes feitos até o momento do lançamento.
Trabalhando com Wilder neste álbum estava o bluesman nativo de Nova Orleans Joe Richardson, que contribuiu com vocais, guitarra e gaita.
Também trabalharam no subHuman : Hepzibah Sessa, e Paul Kendall, que trabalhou no álbum Liquid de 2000 e mixagens do álbum Unsound Methods de 1997.
Outra colaboradora foi a cantora inglesa Carla Trevaskis, que trabalhou com Fred de Faye (Eurythmics), Cliff Hewitt (Apollo 440) e Dave McDonald (Portishead).
A faixa "99 to Life" refere-se à pena máxima de prisão proferida, aquém da pena de morte.
Isso é baseado em uma história real de acordo com Richardson em uma entrevista para a revista de música Side-Line.
Lista De Faixas :
CD: MUTE / CD STUMM 279 (Reino Unido)
1." Prey " 8:21
2." Allelujah" 9:26
3." 5000 Years" 6:37
4." The Killing Ground " 9:55
5." Intruders " 11:36
6." 99 to Life" 8:10
7." Backslider" 7:09
CD/DVD: MUTE / LCD STUMM 279 (Reino Unido)
Inclui o cd acima e mais um DVD com:
Gravação de alta qualidade de 24 bits e 48 kHz de subHuman.
5.1 DTS e ac3 versões surround do subHuman.
Exclusivo ambiente (reduction mix) de subHuman também em qualidade de 24 bits/48 kHz.
Vídeos promocionais das músicas:
1. "Faith Healer"
2. "Drifting"
3. "Stalker"
4. "Strange Hours"
5. "Jezebel"
6. "Shunt" (vídeo oculto)
7. "Electro Blues For Bukka White (2000 Mix)" (vídeo oculto)
CRÉDITOS :
Alan Wilder - All Music
Joe Richardson - Vocal nas faixas 1,3,4,6 e 7. Guitarras & Gaita.
Carla Trevaskis - Vocal nas faixas 2 e 5.
John Wolfe - Bass Guitar
Richard Lamm - bateria
Hepzibah Sessa - Violino e Viola
Lee Funnell - Fotografia
Jesse Holborn no Design Holborn - Art Direction & Design
Texas Treefort Studios - Complexo de gravação, Austin Texas
-
Devotos... Segue um texto antigo de 2010, que estou resgatando e atualizando... Conheçam alguns detalhes curiosos sobre o Depeche Mode, su...
-
Hoje na História do Depeche Mode (29 de agosto de 1989): Data de lançamento do single de Personal Jesus, no Reino Unido. "Personal...





















































