sábado, 30 de maio de 2026

História Do Depeche Mode : Personal Jesus 2011 (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (30 de maio de 2011):
Data de lançamento do single de Personal Jesus 2011, no Reino Unido.




"Personal Jesus 2011", foi lançado pela Mute Records, em 30 de maio de 2011, como o primeiro single do álbum "Remixes 2: 81-11", lançado em 06 de junho de 2011.
Originalmente apresentada no album Violator de 1990, é uma das grandes faixas do Depeche Mode, que já foi regravada por nomes como : Johnny Cash, Marilyn Manson, Tori Amos, Nina Hagen entre outros...










A faixa icônica do Depeche Mode, foi reformulada por alguns dos artistas mais inovadores do mundo da música eletrônica:
Eric Prydz:
"O Depeche Mode foi a primeira banda que me inspirou a fazer música! Quando a Mute me contatou, e perguntou se eu queria remixar Personal Jesus e 'Never Let Me Down Again', quase caí da cadeira! 
Eu queria fazer algo que combinasse nos sets de todos os DJs: De John Digweed a David Guetta, e todos os demais."
Tor Hermansen, Stargate:
"Remixar qualquer música do Depeche Mode é uma honra - remixar 'Personal Jesus' é uma atitude mais do que nobre! Quando Rihanna me disse que era fã do Depeche Mode, eu disse a ela: 'Eu era fã do DM bem antes de você nascer, garota."
Metr Alex Metric:
"Foi uma honra e um privilégio muito grande  colocar minhas mãos em um clássico como 'Personal Jesus'!"
Sie Medway-Smith:
"Remixar 'Personal Jesus' teve um fator adicional - o medo! A versão original, é um clássico tão perfeitamente executado, que precisei fazer três versões da faixa, para concluir o meu trabalho."

Fonte : depechemode.com ; comunicado de imprensa.

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JeanBong13

sexta-feira, 29 de maio de 2026

História Do Depeche Mode : New Life (Single)

Hoje na História do Depeche Mode (29 de maio de 1981):
Data de lançamento do single de New Life, no Reino Unido.

New Life, o segundo single de Depeche Mode, gravado no Blackwing Studios, originalmente lançado em 29 de maio de 1981, mas registros oficiais afirmam 13 de junho de 1981 como a data de lançamento, mas essa foi a data em que ele aparece nas UK Singles Charts.
Não foi lançado comercialmente nos Estados Unidos. 
Teve dois formatos: a versão 7" como acabaria por aparecer na versão britânica de Speak & Spell, lançada em outubro de 1981 e uma remix de 12'' (que apareceria mais tarde na versão americana de Speak & Spell) que tinha uma introdução diferente e uma seção extra de sintetizador no meio.
Uma semana depois alcançou o 11º lugar e permaneceu no ranking britânico durante a maior parte do verão de 1981; quase quatro décadas depois, nenhum single do Depeche Mode superou sua colocação  de 15 semanas.
'New Life' também foi o primeiro single do Depeche Mode a ser lançado no formato de 12 polegadas, o primeiro passo em direção ao formato múltiplo e mixes múltiplos, singles que se tornaram uma tradição do Depeche Mode.
No dia 25 de junho, a banda fez sua primeira aparição no Top Of The Pops para tocar a música. 
Eles apareceriam mais duas vezes, em 16 de julho e 30 de julho de 1981.
O lado B, Shout ! foi "a primeira música do Depeche Mode a ter um remix extended de 12", chamado de "Rio Mix".
Essa mixagem apareceria mais tarde na compilação do remix Remixes 81–04, lançada em 2004.
A capa do 12'' também é muito parecida com a capa do álbum do Black Sabbath : Born Again.
(o motivo : os criadores tiveram a mesma fonte de inspiração : uma revista de medicina !)
Apesar do site oficial do Depeche Mode usar outra data como "lançamento", aqui eu uso essa data, conforme o "new release" da gravadora, na época. (vejam a foto dele, após as capas do single)








A revista que inspirou as duas capas :


Texto & Complemento : Vanessa Bussadori & JeanBong13.
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JeanBong13

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Depeche Mode e as Drogas, os difíceis anos de reabilitação.

A idéia dessas "matérias mais pesadas", não é querer denegrir a imagem do Dave ou do Martin, não é mostrar apenas o "lado ruim" das drogas, mas sim, o "lado positivo" do "ser humano", em sua vontade de querer viver, de se reabilitar, de ficar "limpo" e voltar a ter uma vida tranquila e saudável, superar essa fase / dificuldade de um "mal" que atormenta e atinge a muitas famílias...


São matérias para incentivar aos fãs do Depeche Mode que estão em uma situação parecida ou que sabem de alguém que está passando por isso, que você tem que tentar, tem que se esforçar, que você pode conseguir...
Cito aqui uma frase atribuída a John Lennon :
"O sonho acabou, vamos encarar a realidade. Não se drogue por não ser capaz de suportar sua própria dor. Nenhum lugar fará você se sentir um homem. Eu estive em todos os lugares e só me encontrei em mim mesmo".


Vamos aqui, falar um pouco sobre o alcoolismo do Martin L. Gore...
A turnê aparentemente interminável do Depeche Mode entre 93 a 94, causou danos a Dave Gahan, mas também foi difícil para Martin L. Gore...


De acordo com Alan Cross, em seu livro, "Depeche Mode: The Secret History", (lançado em 2012), Gore já havia sofrido ataques de pânico, mas aumentou a um ritmo alarmante, enquanto viajavam de cidade em cidade, durante a Devotional - Exotic Tour.


Em uma reunião de negócios, em Los Angeles, Martin sofreu uma grande convulsão e precisou ser hospitalizado imediatamente!
Os médicos na época, atribuíram tal 'crise', aos anos de estresse, drogas e consumo excessivo de álcool...
E Martin lutou muito contra a dependência do álcool:
"Eu fui um alcoólatra em potencial durante anos! E sabia desde muito novo, que tinha problemas com a bebida", disse ele ao 'The Guardian'.
"Era encorajador para os astros do rock, ficar 'fora de controle'!
E eu sabia que tinha ficado 'fora de controle', quando meu café da manhã consistia em duas vodkas duplas!"
Durante a The Singles Tour, em seus momentos de descanso pelos hotéis, Martin sempre se dirigia aos bares onde estava hospedado, e fazia alguns shows no piano, em geral, com muita bebida.
Viraram noites históricas, que renderam cds bootlegs, chamados de "Hotel Session"...


Embora nenhum show tenha sido cancelado por causa do vício, seu consumo aumentou, enquanto gravava "Playing the Angel" de 2005 e ao mesmo tempo, enfrentava seu processo de divórcio..
Gahan lembrou que Gore foi a várias sessões de gravação, "um pouco bêbado", mas depois que o álbum terminou, Martin procurou ajuda e tratamento profissional.




Paralelo a isso, no dia 09 de julho de 1996, Dave Gahan compareceu perante o tribunal da cidade de Los Angeles, onde, graças à ajuda de vários conhecidos, foi emitida uma fiança de US $ 10.000, permitindo que Gahan não fosse preso.


Mas algumas coisas haviam mudado: o juiz decidiu que Gahan teria que passar por um processo de desintoxicação, passando por vários testes periodicamente (durante 2 anos, 2 testes de urina por semana), e se alguma substância proibida fosse encontrada, ele seria imediatamente enviado para a prisão!

(Revista Bizz em Julho de 1996)

As autoridades dos EUA, negaram sua entrada no país, a menos que ele estivesse sem substâncias, então Dave entrou na mesma clínica em que Kurt Cobain foi hospitalizado, no programa de reabilitação Exodus...
Embora tenha sido um processo difícil, ele o superou refugiando-se na música e mantendo-se limpo de drogas e álcool.
(Revista Bizz em Março de 1997)

Foi um novo começo e então Dave se reuniu com Gore e Fletch para descobrir o que seria, o álbum de renascimento: "Ultra".

Idéia do Texto : Veronica Bussadori
Edição, revisão e complementos : JeanBong13

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JeanBong13


Dave Gahan : 28/05/1996 - O Dia Do Renascimento...

"Eu morri por 2 minutos..."


Antes, alguns detalhes a mais que antecederam, a esse fato :
Dave tem um apelido de "The Cat", não por sua beleza, mas sim, porque já sobreviveu há vários problemas, ligados a seu vício com heroína.
Em outubro de 1993, durante a Devotional Tour, em Nova Orleans, ele sofreu um ataque cardíaco, fazendo com que a banda, improvisassem um "encore" do show sem ele.
Em agosto de 1995, tentou o suicídio cortando os pulsos. "Foi uma tentativa de suicídio", disse ele, mas também foi um "grito de socorro, pois tinha certeza que haviam pessoas que poderiam me encontrar"...
... e em 28 de maio de 1996 : 

À 1 hr a.m. do dia 28/05/1996, em um quarto do Sunset Marquis Hotel, em Los Angeles,


Dave Gahan preparou o que era necessário para morrer:
Ele se trancou no banheiro do quarto de luxo, (a foto abaixo), com um traficante de drogas, que pediu para ele não exceder a dose de heroína, da marca Red Rum.


Dave comentou mais tarde: 
"Eu me lembro de ter pedido ao traficante para não encher muito a seringa ou colocar tanta coca". Eu senti que algo errado iria acontecer."
Enquanto o ritual da dose monstruosa acontecia, uma garota que Dave acabara de conhecer naquela mesma noite, no bar do hotel, o esperava deitada na cama no quarto.
Ela viu a tensa troca de olhares entre Dave e o traficante, a 'picada' no braço de Dave, e logo depois, juntamente com o traficante, testemunhou Gahan gradualmente desaparecer e perder a consciência dentro da banheira sem água. 
Um silêncio, digno de um funeral, imperou no local.
O traficante então, arrastou Dave para a sala, enquanto a garota, em pânico, fazia uma ligação de emergência! 
Imediatamente, o traficante pegou o telefone e o desligou violentamente, com medo de que o fato lhe causasse uma prisão! 
Na fuga, ele pegou rapidamente, seu arsenal de seringas e um pouco de maconha, antes de 'evaporar' do local do 'crime'. 
A garota então, conseguiu ligar para o 911. Eram 1:15 hrs da manhã!
Quando os paramédicos chegaram, a moça tentou reviver Gahan, jogando água em seu rosto, e o envolvendo em toalhas encharcadas. 
As mãos de Dave ficaram azuis, assim como também seus braços... escurecendo suas tatuagens...
Entre a vida e a morte, Dave ouviu no caminho para o hospital, um paramédico dizendo: "Ele morreu."
Uma enfermeira confirmou o fato: O vocalista do Depeche Mode foi declarado morto por dois minutos, pouco antes do milagre acontecer...
"Eu estava flutuando, bem rente ao teto, e fiquei observando o que estava acontecendo lá  embaixo: a equipe médica em cima do meu corpo, tentando me salvar.."
"Então eu gritei que não estava lá embaixo, mas sim lá em cima! Acho que foi a minha alma que gritou depois de deixar o corpo, e que estava observando tudo... Os segundos pareciam horas, como se alguém tivesse apagado a luz"
"Ali tudo que eu sentia no início era completa escuridão. Eu nunca estive em um espaço que era mais negro, e eu lembro de sentir que tudo o que eu estava fazendo, estava realmente errado."
(Dave Gahan, narrando o que sentiu, durante seus dois minutos sem vida no hospital...)
Esse fato foi matéria na NME :

Texto Idéia : Veronica Bussadori
Adaptação e complemento : JeanBong13
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JeanBong13

quarta-feira, 27 de maio de 2026

História Do Depeche Mode : One Night In Paris (DVD)

Hoje na História do Depeche Mode (27 de maio de 2002):
Data de lançamento do DVD One Night In Paris, no Reino Unido.










One Night in Paris - É o registro ao vivo em DVD de Anton Corbijn apresentando um concerto inteiro da Exciter Tour de 2001, filmado no Palais Omnisports de Paris-Bercy em 9 e 10 de outubro de 2001. 
Embora a capa liste apenas a segunda data, é óbvio que o material do primeiro foi usado, já que "It Doesn't Matter Two" só foi tocado no dia 9. 
Essa música foi substituída por "Sister Of Night" no dia seguinte (e incluída como faixa bônus no disco 2). 
Muitos fãs ficaram desapontados ao ver a popular música "Clean" (várias vezes executado durante a turnê, tocada na primeira noite em Paris) não incluída (nenhuma versão ao vivo é oficialmente lançada da música até hoje), Condemnation (da segunda noite , raramente realizado em 2001, com várias versões ao vivo disponíveis anteriormente) ocupando o seu lugar no filme. 
O primeiro disco apresenta o concerto completo, enquanto o segundo disco contém documentários sobre o filme, entrevistas com a banda, músicas extras, projeções de turnê e muito mais.
O concerto foi gravado no Palais Ominisports De Paris Bercy, diante de 16.000 pessoas, numa noite "sold out".
Filmado em anamórfico 16:9 Digital Betacam usando 13 câmeras, e foi lançado em 2002.

Fonte : Wikipédia
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JeanBong13

terça-feira, 26 de maio de 2026

Andrew Fletcher: o homem comum amante do pop que manteve o Depeche Mode unido.

Por : Dorian Lynskey - texto para o "The Guardian".

Além de tecladista, Fletch era um facilitador, e alguém cujo comportamento de líder de torcida ajudou os fãs a se sentirem mais próximos da banda que amavam.

Andy Fletcher foi a última pessoa a dizer por que ele era vital para o Depeche Mode. 

Em 101, o clássico documentário da turnê de 1989 dirigido por DA Pennebaker e Chris Hegedus, ele disse: “Martin é o compositor, Alan é o bom músico, Dave é o vocalista, e eu ando por aí”. 

Ele sabia que havia muito mais do que isso, mas o homem que todos chamavam de Fletch não sentiu necessidade de gritar sobre isso.

O Depeche Mode é uma das bandas britânicas mais populares e influentes de todos os tempos, mas nada neles faz sentido em termos convencionais. 

Não deveria ser possível perder seu principal compositor (Vince Clarke) depois de apenas um álbum e depois ficar maior e melhor. 

Não havia precedente para um grupo de synth-pop evoluir para uma banda de rock de estádio sem realmente tocar rock. 

É incomum, senão único, que uma pessoa escreva as músicas (Martin Gore) e outra as cante (Dave Gahan) com tanta convicção que é difícil acreditar que não sejam autobiográficas. 

Eles venderam mais de 100 milhões de álbuns e tiveram dezenas de singles de sucesso, mantendo o fascínio de uma banda cult, sem dúvida a maior do mundo, com nada menos que três documentários feitos sobre seu fandom. E tudo isso de Basildon.

O papel de Fletch no Depeche Mode foi mais uma coisa que não seguiu as regras. 

Ele estava lá desde o início, tocando baixo com Clarke em uma banda punk chamada No Romance na China, então co-fundando o trio eletrônico Composition of Sound antes de Gahan se juntar e renomeá-los como Depeche Mode. 

Mas ao longo dos anos, os fãs muitas vezes se perguntavam o que exatamente ele fazia. 

Como o verdadeiro crente no pop eletrônico, ele era uma importante caixa de ressonância no estúdio, mas não cantava ou compunha músicas. Ele tocava sintetizadores, mas não com o virtuosismo de seu ex-colega de banda Alan Wilder, que saiu em 1995. 

Só uma vez ele admitiu que dúvidas sobre sua contribuição o incomodavam. “Como não me preocupo, muitos me confundem com a quinta roda”, disse ele em 2013. “Às vezes é frustrante não ser levado a sério. Afinal, você também pode dizer que meu trabalho é o mais importante – sem mim não haveria mais banda.”

A importância de Fletch pode ser difícil de entender porque ele assumiu papéis que geralmente são ocupados por pessoas de fora de uma banda. 

Por um tempo ele foi seu quase-gerente, cuidando do lado comercial do que efetivamente se tornou uma pequena corporação. Em vários pontos, ele era dono de um restaurante, investia em propriedades e administrava sua própria marca, Toast Hawaii. 

Ao mesmo tempo, ele parecia o amigo de infância que as estrelas pop levam com eles para garantir que seus pés fiquem o mais próximo possível do chão. Extrovertido por natureza, tornou-se o porta-voz e embaixador da banda, com uma boa carreira de DJ. (Eu o vi em um clube uma vez: ele tocava muito Depeche Mode.) Dentro da banda, ele era o diplomata, "a cola" que os mantinha juntos.

Quem estuda música pop sabe que as bandas são entidades misteriosas e delicadas. 

Alguns (bem, um: os Rolling Stones) duraram 60 anos e outros se apagaram depois de dois. É difícil o suficiente se manter sob pressão quando você é uma banda indie de nível médio, muito menos superstars globais. 

O que é necessário é o equilíbrio certo de personalidades. 

Fletch era o melhor amigo de Gore (nascido com 15 dias de diferença, eles fizeram uma festa conjunta de 50 anos), mas ele era tão amável e sem ego que poderia servir como uma ponte robusta para Gahan quando as coisas ficassem arriscadas. 

Uma estrela pop no papel, ele se deparou em carne e osso como um cara profundamente comum que gostava de cerveja, xadrez, Chelsea e humor muito seco. Eu nunca conheci ninguém em uma big band que não fosse tão afetado pela fama, mas então, ele diria com alívio, ele não era realmente famoso.

Isso não quer dizer que Fletch era sólido como uma rocha, ele costumava beber demais no palco e sofreu um colapso durante a produção de Songs of Faith and Devotion de 1993, mas em uma banda que uma vez levou um psiquiatra e um traficante de drogas na estrada, ele ainda era o sensato. 

Nunca houve qualquer perigo de ele tentar roubar os holofotes ou jogar seu peso ao redor. Ele era um facilitador e se orgulhava disso. Uma vez perguntado se tinha um lema para a vida, ele respondeu: “Certo e firme”.

Fletch também foi um grande líder de torcida para sua própria banda. 

Os fãs o amavam porque ele se sentia como um de nós: um homem que expressava seu entusiasmo alegre pelo Depeche Mode do palco ao invés da multidão, pulando atrás de seu teclado como se não pudesse acreditar em sua sorte. 

Parecia que, se você também tivesse tido a sorte de crescer com um dos melhores compositores de sua geração, então poderia ser você lá em cima. “Tínhamos uma carreira de sonho absoluta”, disse ele em 2017, acrescentando com um eufemismo característico: “Pelo menos se você tirar aqueles anos que foram um pouco confusos”. 

Em 1996, durante aqueles anos “confusos”, Gahan morreu clinicamente por dois minutos após uma overdose de drogas. 

Fletch nunca pareceu ser o primeiro membro a ir. 

É difícil dizer o que o Depeche Mode fará agora. 

Gore e Gahan poderiam continuar gravando e fazendo turnês e seus ouvidos não notariam a diferença. Mas Gore perdeu seu melhor amigo e ambos perderam alguém que foi uma presença constante e constante na banda por 40 anos. 

Só eles realmente sabem o quão essencial Fletch era e o quanto ele fará falta.

Fonte : https://www.theguardian.com/music/2022/may/27/andrew-fletcher-the-pop-loving-everyman-who-held-depeche-mode-together




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JeanBong13

História Do Dave Gahan : Dirty Sticky Floors (Single)

Hoje na História do Dave Gahan (26 de maio de 2003):
Data de lançamento do single de Dirty Sticky Floors, no Reino Unido.


"Dirty Sticky Floors" é o primeiro single solo do Dave Gahan, vocalista do Depeche Mode e é a faixa principal de seu álbum de estréia em 2003, Paper Monsters.
Foi lançado em 26 de maio de 2003 como o primeiro single desse álbum, alcançando o número 18 no Uk Singles Chart.
A canção também alcançou #5 no Hot Dance Club Play Chart da revista Billboard. 
A canção foi ligeiramente remixada em duas formas diferentes para seu single release e uma versão estendida para o videoclipe.
Em uma entrevista ao VH1 uma semana após o lançamento do single, Gahan disse a Jim Macnie que a música, que zombava de seu vício, "é tudo sobre o chamado lado glamouroso do rock-'n'roll, e acabar em algum chão sujo e pegajoso todas as noites; algum banheiro horrível em algum clube ou – na maioria das vezes – meu próprio chão sujo e pegajoso no meu próprio banheiro."
O vídeo clipe foi gravado em 20 de março de 2003, na El Matador State Beach, Malibu, CA.
Dirigido por Matt Skerrit.
Lados B: “Stand up", "Maybe"
As versões em vinil 12'', foram lançadas em 09-06-2003.

UK Releases :
CD MUTE 294 (Mute (Mute CD Single)
"Dirty Sticky Floors" (radio mix, by Alan Moulder) - 3:14
"Stand Up" - 5:28
"Maybe" - 4:52



LCD MUTE 294 (Mute limited CD Single)
"Dirty Sticky Floors" (Junkie XL Vocal remix edit)
"Dirty Sticky Floors" (Lexicon Avenue Vocal mix edit)
"Dirty Sticky Floors" (The Passengerz Dirty Club mix edit)



Na primeira prensagem, na parte de trás do CD limitado, está descrito incorretamente as faixas 2 e 3 como sendo "Stand Up [Lexicon Avenue Vocal Mix (Edit)]" e "Maybe [The Passengerz Dirty Club Mix (Edit)]"


DVD MUTE 294 (Mute DVD single)
"Dirty Sticky Floors" (video)
"Dirty Sticky Floors" (Junkie XL Dub edit) - 7:56
"Black and Blue Again" (acoustic)



"Luva da edição limitada" :



Cd Single Americano :



Posters :


Fonte : Wikipédia & JeanBong13

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JeanBong13