segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Andy Fletcher - Dj Set - Pachá - SP - 28 09 2007

Devotos : estamos re-editando as matérias principais dos integrantes e do Depeche Mode, quando passaram pelo Brasil.
Com textos feitos pelos fans e novas fotos !!!
Iniciaremos com o Dj Set do Andy, que passou pela primeira vez no Brasil em 28 09 2007 !!!
Aguardem novas postagens !

Simpatia e animação marcaram a passagem de Fletcher por SP.


O ano era 2007. O Depeche Mode não voltava ao Brasil havia 13 anos. 
Naquele momento, todos os integrantes e ex-integrantes já haviam passado pelo Brasil: Gahan, Gore e Wilder vieram nos shows de 1994. 
Vince Clarke já tinha vindo enumeras vezes para se apresentar com o Erasure. 
Faltava o Fletcher. Tecladista e um  dos fundadores do Depeche Mode, nunca havia pisado em São Paulo ou qualquer lugar do Brasil, pelo menos não como membro do Depeche Mode. 
Vale lembrar que nos shows de 1994 em São Paulo Fletcher não se apresentou por motivos de saúde. Em seu lugar veio Daryl Bamonte, um dos engenheiros de som da banda que o substituiu naquela fase da turnê.
A economia no Brasil ia bem, muitas novidades chegando. Entre elas, uma filial da famosa balada espanhola, Pachá.


Chique, cara e com a classe média alta paulistana como público alvo. 
Chegamos na porta do Pachá, no bairro da Vila Leopoldina em São Paulo, por volta das 22 hs. 
Cheguei meio desconfortável com meu Renault Clio 1.0 em meio a outros carros muito mais luxuosos e caros que o meu. 
Tinha até tapete vermelho. 
Eu e a Kelly (hoje minha esposa, na época namorada) entramos na casa e deparamos com um ambiente estranho, com pessoas muito bem vestidas, pessoas bonitas. 
Nem sinal das camisetas pretas com estampas do Depeche Mode que eu estava acostumado a ver nas festas sobre a banda. 
Demos uma geral, e fomos ao bar. Peguei duas latinhas de cerveja Skol por R$ 10,00 cada, isso há 12 anos. Por ai dá para se ter uma ideia de como era uma balada cara.  
Os dois ingressos custaram juntos R$ 100,00 (R$ 80 a masculina e R$ 20 a feminina). 
Era a opção mais barata disponível, mas existia uma alternativa mais cara que garantiria acesso a área VIP e ao convidado da noite, Andrew Fletcher: fechar uma garrafa de whisky. 
Isso poderia variar, na época, entre R$ 120,00 e R$ 2000,00. 
Eu não tinha como pagar isso, então fiquei confinado ao espaço comum. Posicionei-me exatamente na frente das pick-ups que Fletcher iria pilotar.
Eu não me lembro exatamente que horas Fletcher entrou, mas certamente foi depois da meia noite. Neste tempo todo de espera, muita música eletrônica do tipo bate-estaca, estilo que não é muito a minha cara. 
Prefiro os anos 80 com seus ícones como New Order, Pet Shop Boys e o próprio Depeche. 
Aproveitei para procurar por fãs da banda. Fãs do tipo raiz. Achei alguns, provavelmente não passavam de meia dúzia. Vou tentar lembrar o nome de alguns deles aqui: Robson e Felipe Campos. 
Tinha mais gente, mas isso foi há 12 anos, não vou lembrar. Pessoal bacana, simpático, que me fez sentir melhor naquele ambiente.
Enfim, Fletcher apareceu. Começou a ouvir as orientações do DJ residente da casa sobre os detalhes dos equipamentos. 
Debaixo do braço estavam algumas pastas com CDs e Vinis que usaria na apresentação.



O Setlist foi bem anos 80, para nossa alegria. Rolou um pouco de cada coisa, por exemplo Yazoo e Madonna. 
E claro, tocou muita coisa do Depeche Mode: Começou com uma introdução de Something To Do, depois veio It''s No Good, World in My Eyes, Behind the Wheel, Personal Jesus, Master and Servant, entre outras.







 Alguns dos amigos que mencionei acima conseguiram tocar a mão de Fletcher durante a apresentação, numa espécie de Hi-Five. 
Em determinado momento, alguém escreveu o nome de uma música num guardanapo e o entregou a Fletcher: World In My Eyes foi prontamente atendida por Fletcher. 
Acho que rolaram outros guardanapos com outros pedidos, mas não vou conseguir lembrar quais foram estes pedidos.






Fletcher estava solto e comunicativo, respondia gestos e recebia os bilhetes. 
Mas difícil mesmo era conseguir um autógrafo. 
Ele não concordou nenhuma vez em autografar durante a apresentação. Fazia sempre o gesto com as mãos: depois eu dou.
O encerramento foi o ponto alto da noite, parecia um show com a casa lotada, todos cantando Enjoy The Silence. 
Sim, as demais pessoas que não se pareciam com fãs do Depeche Mode também cantaram a letra. Foi de arrepiar.






Terminada a apresentação, esperei por mais algum tempo para ver se conseguia algum acesso, alguma foto e o sonhado autógrafo. 
Tentei entrar na área VIP, sem sucesso. Então resolvi apelar: abri o jogo com um segurança que cuidava dos acessos ao camarim e a área VIP. 
Falei que era muito fã, que tinha uma coleção, uma página (na época eu era editor do Depeche Mode Brasil) e que uma foto com Fletcher era algo muito importante para mim. 
Ele ouviu tudo e me disse: “ – Ele vai passar por esta porta para acessar o estacionamento e entrar na Van que o levará para o hotel (ele estava hospedado no hotel Unique, na região central de São Paulo). Aguarde aqui nestes sofás que eu te chamo quando for a hora e deixo você passar.”.
Então aguardei. 
Passou muito tempo, creio que já passava das 4hs da manhã, confesso que já estava me conformando em não conseguir nada.  Foi quando o segurança gritou para mim: “ – Hei, garoto, ele está indo por ali. Vai lá e não fala que eu deixei você passar.”.
Acessei a porta que dava para fora da balada e vi o Fletcher, com mais um cara e a guia tradutora dele. Corri gritando “ – Mister Fletcher, mister Fletcher”. 
Ele parou, olhou para trás e veio conversar comigo. 
A guia não ficou muito feliz, pois chovia, reclamou que eu não deveria estará lá. 
Mas Fletcher, com toda a simpatia que conhecemos, concordou e tirar uma foto e autografar minha capa de CD do “The Best of Depeche Mode Volume 1”, lançado um ano antes. 
Foi tudo muito rápido, mas valeu a pena. Faria tudo de novo, se precisasse.



Eu tirei mais de 50 fotos, passei todas que pude para o Jean Campagner, que hoje edita de forma brilhante o site do Depeche Mode Brasil.
Na ocasião, Fletcher já havia se apresentado em Belo Horizonte (Nasala) e iria se apresentar em Buenos Aires (OneDotZero Fest), Lima (Discoteca Vocé) e Rio de Janeiro (The Week) completando assim a perna Sul Americana de sua turnê do DJ Set.
O número de série do meu bilhete era 101. 
Acho que este era um sinal de que minha noite seria de sorte.


Alessandro Nunes Bertoni
Fã e colaborador do Depeche Mode Brasil.

Aqui uma observação minha : Alessandro é um dos fundadores da página "Depeche Mode Brasil".
Foi a partir de uma conversa nossa, numa visita em minha casa, que foi decidido a idéia da página.
(isso foi após o show do Depeche Mode no Brasil, em 1994).

Obrigado Alessandro por sua participação aqui na página !
Faith & Devotion !!!
JeanBong13










História Do Depeche Mode : The Videos 86-98 (DVD)

Hoje na História do Depeche Mode (28 de setembro de 1998):
Data de lançamento do dvd : The Vídeos 86-98, no Reino Unido.
The Videos 86>98 é uma compilação de videoclipes do Depeche Mode, com 21 videos dirigidos por uma variedade de diretores, lançados até 1998. 
Coincide com o cd duplo "The Singles 86>98". 
Originalmente lançado em VHS e DVD. 



Release da Reprise : Data de 05 de outubro de 1998.



Em 2002, tivemos o relançamento em Dvd, com um DVD Extra e o título mudou para : The Vídeos 86/98+.



Faith & Devotion !!!
JeanBong13

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Depeche Mode - Songs Of Faith And Devotion - The 12'' Singles tem previsão de lançamento para 30 de outubro de 2020

O projeto dos boxes de 12'' singles de vinil do Depeche Mode, pela Sony Music Entertainment continua com o lançamento de Songs of Faith and Devotion | The 12" Singles - será lançado em 30 Outubro 2020.


Songs Of Faith & Devotion | The 12" Singles, é um box de luxo de edição de colecionador, que contém oito discos 12" apresentando os singles - I Feel You, Walking In My Shoes, Condemnation and In Your Room - e principais lados B, mixagens e gravações ao vivo para o álbum "Songs of Faith and Devotion" do Depeche Mode.

Songs Of Faith & Devotion | Os Singles de 12" contém versões originais e especiais de cada single.

A Sony Music Entertainment lançou os dois primeiros box sets da série de singles Depeche Mode 12" - Speak & Spell | The Singles e A Broken Frame | The Singles - em agosto de 2018

O segundo lote - Construction Time Again | The singles 12" e Some Great Reward | The Singles 12" - chegaram em dezembro de 2018. 

Black Celebration | The singles 12" e Music For The Masses | The 12" Singles foram lançados em 31 Maio 2019. 

O título mais recente da série, Violator | The 12" Singles foi lançado em julho de 2020.

Cada box set da série contém os singles de cada álbum do Depeche Mode em vinil 12'' de qualidade "audiophile", com áudio masterizado a partir das fitas originais. 

A arte para o exterior de cada box das caixas se baseia na iconografia inspirada nos lançamentos originais, enquanto as próprias capas dos singles apresentam a arte original.

A Série Depeche Mode 12'' Singles, continuará nos próximos anos, com planos de lançar caixas contendo os singles de cada um dos álbuns da banda em edições de colecionadores de audiophile de luxo similares.

Link da Propaganda : https://www.youtube.com/watch?v=qJ4CBGCAZ58&feature=youtu.be

Songs of Faith and Devotion | The 12" Singles    

I Feel You (12BONG 21)

A I Feel You (Throb Mix)

A I Feel You (Seven Inch Mix)

B I Feel You (Babylon Mix)

B One Caress


I Feel You (L12BONG 21)

A I Feel You (Life's Too Short Mix)

A I Feel You (Swamp Mix)

B I Feel You (Renegade Soundwave Afghan Surgery Mix)

B I Feel You (Helmet At The Helm Mix)


Walking In My Shoes (12BONG 22)

A Walking In My Shoes (Grungy Gonads Mix)

A Walking In My Shoes (Seven Inch Mix)

B My Joy (Seven Inch Mix)

B My Joy (Slow Slide Mix)


Walking In My Shoes (L12BONG 22)

A Walking In My Shoes (Extended Twelve Inch Mix)

A Walking In My Shoes (Random Carpet Mix)

B Walking In My Shoes (Anandamidic Mix)

B Walking In My Shoes (Ambient Whale Mix)


Condemnation (12BONG 23)

A Condemnation (Paris Mix)

A Death's Door (Jazz Mix)

B Rush (Spiritual Guidance Mix)

B Rush (Amylnitrate Mix - Instrumental)

B Rush (Wild Planet Mix - Vocal)


Condemnation (L12BONG 23)

A Condemnation (Live)

A Personal Jesus (Live)

B Enjoy The Silence (Live)

B Halo (Live)


In Your Room (12BONG 24)

A In Your Room (Zephyr Mix)

A In Your Room (Apex Mix)

A In Your Room (The Jeep Rock Mix)

B Higher Love (Adrenaline Mix)

B In Your Room (Extended Zephyr Mix)


In Your Room (L12BONG 24)

A In Your Room (Live)

A Policy of Truth (Live)

A World In My Eyes (Live)

B Fly On The Windscreen (Live)

B Never Let Me Down Again (Live)

B Death's Door (Live)


Fans em desespero...

Faith & Devotion !!!

JeanBong13


segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Depeche Mode e o Rock In Rio...

O livro "Rock In Rio A História Do Maior Festival De Música Do Mundo", escrito por Luiz Felipe Carneiro, realmente me surpreendeu, vamos conhecer alguns detalhes e curiosidades sobre as três primeiras edições do festival.

Um excelente livro, cheio de informações sobre as edições do festival, recomendo !

Sempre escutei rumores sobre possíveis tentativas de contratações para shows do DM antes da "Exotic Tour / Summer Tour" de 1994...

Porém, nunca tive alguma coisa de concreto nas mãos, que pudesse ilustrar a matéria, mas esse livro sobre as edições do Rock In Rio, finalmente confirmam o que eu havia escutado e ainda um novo fato :

O que mais me espantou é que sempre soube que era em relação ao segundo Rock In Rio, e que o Information Society, seria então, o substituto deles. (não achei isso relatado no livro, mas foi como chegou a informação na época).

E sempre vinha o pensamento : "Nossa, uma World Violation Tour" por aqui, em seu auge, teria sido o máximo prá DM para uma divulgação na América Latina.


Mas, logo no primeiro capítulo, "uma grande surpresa" :

O Depeche Mode foi cogitado para a primeira edição do Rock In Rio, ainda em 1985 !

Como pode ser visto no detalhe da página 26 :

Se tivesse dado certo, teríamos então uma "Some Great Tour" no Brasil... já pensaram nisso ?

Seria realmente incrível, se as duas contratações tivessem sido confirmadas na época...

Alguns fans podem até falar : mas as datas não batem, eles não estavam em tournés nessas datas... (mas peço atenção que reparem que as datas em janeiro, sempre estiveram "liberadas", caso alguma vez, tivessem chegado a algum acordo...

Mas, como também pode ser visto em outras fotos e trechos do livro, era muito comum os artistas terminarem suas tournés, mas acabarem encaixando algum festival grande, como extra em suas tournés, devido a visibilidade do festival e da própria banda em si...

Página 132, Ozzy Osbourne é citado como um dos artistas que já tinham parado sua tourné.


Página 181, George Michael só iria começar sua nova tourné, em março...


Página 373, Silverchair já estava parado há mais de um ano...


Até mesmo atrasar gravações para um novo album, enfim, existe também o fator de chegar num acordo e querer realmente fazer o evento ou não.

Página 60 : Whitesnake atrasou a gravação do novo album, para poder se apresentar no Rock In Rio.


Página 184, o Guns N Roses, ainda estava gravando o novo album e sem planos de se apresentar em 1991...


Em 1984 (contratos) e 1985 (show), penso que não devem ter aceitado por não acreditarem no festival, como foi relatado pelo escritor por diversas vezes, que o pessoal do Roberto Medina, tomaram muitos "nãos" na primeira edição de vários artistas, pois antes do primeiro Rock In Rio, o Brasil não era visto bem visto no mercado e não era uma rota de shows internacionais.

Se pensar que a Some Great Tour, começou em 27/09/1984 deu uma pausa em 18/12/1984 e voltou em 14/03/1985 e finalizou em 30/07/1985, dava prá ter encaixado uma data qualquer, entre os dias 11 a 20 de janeiro de 1985, se quisessem...



(até questionar um pagamento melhor, prá uma apresentação "fora" do que já estava programado em sua tourné, coisa que também foi feita por vários artistas...)

Um detalhe curioso e comum em alguns artistas : o U2 não aceitou vir ao Rock In Rio 1, porque não aceitava eventos patrocinados por cervejas...

Página 100 : U2 recusa ser patrocinado por cervejas...



Já em 1990 (contratos) e 1991 (show) - acredito que o problema tenha sido o cansaço de uma tourné grande como a World Violation Tour, afinal desde 1984 as tournés do DM foram ficando maiores...

World Violation Tour, começou em 28 de maio de 1990 e terminou em 27 de novembro de 1990, aqui sim, poderiam ter feito uma exceção e daria para ter colocado uma data entre os dias 18 a 26 de janeiro de 1991.



E novamente perderam a chance de uma divulgação excelente, num festival de peso.

Algumas arquivos raros das duas primeiras edições do Rock In Rio :

1985 :




1991 :
                                       


Se a culpa é dos empresários da banda ou se foi dos contratantes, do foi o jeito que foi apresentado aos empresários, jamais saberemos, mas o importante é deixar registrado que "por mais duas vezes", ficamos sem ver as tournés do Depeche Mode...

Fonte Livro : Rock In Rio - A História Do Maior Festival de Música Do Mundo.

Texto : JeanBong13 

Faith & Devotion !!!
JeanBong13

sábado, 12 de setembro de 2020

Ultra - Comentários de Tim Simenon sobre as gravações do album.

Alguns detalhes e comentários de Tim Simenon (do Bomb The Bass), que produziu o album Ultra...

Em 1996, de volta como um trio, deveriam dar um tempo, mas não foi o que fizeram.

Entraram em estúdio, ou melhor, nos estúdios Abbey Road, Eastcote, Westside, Strongroom e RAK (todos em Londres), e Electric Lady e Larrabee West (Los Angeles) com o produtor Tim Simenon –  do Bomb the Bass – para a gravação de um novo album...

"Me lembro de estar nervoso!

A saúde de Dave era frágil nessa altura e não havia certeza de que a banda continuasse.

Daniel Miller me disse: ′′ Vamos tentar, talvez trabalhemos em três das faixas ", e sempre havia esse tipo de sentimento; não era como se sentíssemos que estávamos fazendo um álbum.

Martin só tinha escrito três músicas, então de qualquer jeito não havia material suficiente para um álbum.

O estúdio em que estávamos trabalhando era muito confortável mas não marcante nem nada assim; você poderia entrar e relaxar, e isso os meninos da banda gostaram. 

Com o passar do tempo, Martin se convenceu mais de que nossa química funcionava. 





Fizemos uma pausa no natal enquanto ele escrevia mais três músicas, e nós simplesmente continuamos trabalhando desse jeito.

Finalmente terminamos em Los Angeles, onde Dave tinha sua casa nesse momento, para gravar as vozes.

Eu me hospedava em um hotel e lembro que saí pra caminhar e ao retornar o gerente do hotel me disse: ′′ Seu parceiro Dave acabou de ser levado para o hospital ".

(Nota de JeanBong13 : Durante as gravações, o vocalista Dave Gahan teve uma overdose e foi declarado clinicamente morto. Por conta de tantos problemas, “Ultra” demorou quase um ano e meio para ficar pronto. Decidiram não fazer uma turnê de divulgação do disco para não expor ao público a saúde fragilizada de Gahan.)

Surpreendentemente, ele recuperou e estávamos no estúdio duas semanas depois.

Ele estava lá filmando normalmente !

Na verdade, ele estava clinicamente morto e de repente estava cantando ′′ Barrel of a Gun ′′, como se nada tivesse acontecido.

De verdade, conseguimos terminar o resto do álbum com um mínimo de alvoroço. 

Foi uma loucura, mas também foi um momento incrível!

Realmente foi um dos melhores anos da minha vida.

Senti que o álbum nunca seria finalizado, então olhei para trás e lembrar o que fizemos é simplesmente fenomenal."

Tim Simenon - Produtor do álbum ULTRA (entrevista realizada em maio de 2013)

Fonte : FB Depeche Mode Devotion Peru
Dica : Marcello Gallo
Adicionais : JeanBong13

Faith & Devotion !
JeanBong13