domingo, 17 de outubro de 2021

História do Depeche Mode : Playing The Angel (Album)

Hoje na História do Depeche Mode (17 de outubro de 2005):
Data de lançamento do album Playing The Angel, no Reino Unido.


Playing the Angel é o décimo primeiro álbum de estúdio do Depeche Mode.
Lançado em 17 de Outubro de 2005, é o primeiro álbum a ter Dave Gahan, o vocalista da banda, como compositor também.
Ele escreveu as letras de "Suffer Well", "I Want It All" e "Nothing's Impossible", enquanto Christian Eigner e Andrew Phillpott escreveram a música. 
Gahan é o vocalista de todas as canções, exceto o instrumental "Introspectre", e Martin Gore cantou as faixas "Macro" e "Damaged People".
É também é a primeira vez que Gahan canta como vocal de apoio desde 1990, na faixa "Macro".
Algumas faixas que ficaram de fora do album : 
"Martyr", que foi originalmente planejado para ser o single principal, mas acabou sendo considerado muito pop para o álbum e foi guardada para ser a faixa "inédita" do "The Best of Depeche Mode Volume 1". 
"Free", que acabou no single "Precious", como b-side e na versão japonesa, como faixa bonus de Playing the Angel.
Liricamente, alguns dos temas que aparecem com frequência é fé, pecado, dor e sofrimento. 
Gore disse que a faixa "John The Revelator" fala sobre fé, mas afirma que "também denuncia a crença em um Deus que pune e condena".
Outro assunto sobre o que Gore escreveu foi o divórcio de sua esposa. 
A faixa "Precious" foi escrita sobre como os filhos de Gore estavam lidando com o divórcio de seus pais. 
Gore afirmou que "A canção termina com o verso 'Eu sei que você aprendeu a confiar / manter a fé em nós dois'. Todas as nossas canções, mesmo as mais depressivas, contêm esperança".
É considerado como um dos melhores trabalhos da banda nesse novo século pela maioria dos fãs e grande parte da crítica.
O nome "Playing the Angel" foi escolhido devido a letra da música "The Darkest Star", mas há várias alusões à anjos pelo álbum, como em "John The Revelator".


Já vendeu aproximadamente 4.800.000 cópias por todo o mundo e estreou em primeiro lugar em aproximadamente 17 países, sexto lugar no Reino Unido e sétimo no Estados Unidos.
Os seus singles são "Precious", "John The Revelator/Lilian", "Suffer Well" (essa escrita por Dave Gahan), "A Pain That I'm Used To" e "The Darkest Star" (em 12'').
O nome da criatura na capa do álbum é chamada de Tubby Goth pela banda, mas pelos fãs e pelo pessoal da gravadora, ela (ou ele) é chamado de Mister Feathers.
Robert Smith do The Cure fez uma "brincadeira" com a banda (da qual é fã) e disse que iria processá-la devido ao suposto plágio da criatura da capa do single de relançamento da canção Boys Don't Cry (New Voice · New Mix) de 1986, mas era só uma peça de primeiro de abril.


Destaque para as não-singles "The Sinner In Me", "Nothing Is Impossible" e menção honrosa para "The Darkest Star".
"Suffer Well" e "Precious" ficaram em primeiro lugar na parada "US Dance Hot Club" da Billboard, sendo que "Suffer Well" foi indicada ao Grammy por "Melhor Gravação Dance" em 2006, mas perdeu para a "SexyBack" de Justin Timberlake.
Musicalmente, o álbum tem um som muito mais cru e corajoso do que seu antecessor. Gillian Telling, da Rolling Stone, descreveu o som do álbum como "a mistura clássica da banda de batidas synth-pop, riffs pesados de guitarra e letras sombrias".
O álbum foi chamado de disco mais orgânico por usar mais sintetizadores analógicos do que os digitais. Além disso, a maioria das paisagens sonoras apresentadas são mais duras do que no Exciter, que era mais suave. 
O produtor Ben Hillier disse que os versos na faixa de abertura "A Pain That I'm Used To" eram extremamente difíceis de acertar e Gore acreditava que a introdução também era extremamente difícil. De acordo com Hillier, os refrões se uniram muito bem.
Gore também disse à Revista Keyboard que ele estava ouvindo muita música gospel e que inspirou diretamente a faixa "John The Revelator" embora a faixa se afastasse de sua inspiração.
Quando o álbum saiu, Martin omitiu o crédito de John The Revelator ser parcialmente escrita usando outra faixa como base. 
Quando a música saiu como single, já constava a menção a música não ser 100% original.
Ainda que seja de domínio público. Ela consta como tradicional.
Uma versão, bem provável de onde pode ter vindo a inspiração, é na interpretação de Son House.
Aqui o link para ouvi-la :
Hillier também lembrou que as faixas "Suffer Well" e "The Sinner In Me" foram massivamente alteradas de suas demos originais.
"Nothing's Impossible" também foi massivamente alterada de sua demo e foi transformada em uma das músicas mais pesadas e distorcidas do álbum. 
A versão demo de "Nothing's Impossible" aparece na edição de luxo de Sounds of The Universe.























Um dos melhores álbuns das duas últimas décadas do Depeche Mode.
Fonte : Wikipédia.
Faith & Devotion !!!
JeanBong13

2 comentários:

  1. Suffer Well é meu single favorito nesse álbum. Engraçado como a gente muda. Na época do lançamento, preferia Precious. Sou fã da banda desde mlk quando Vince Clark, hoje no Erasure, ainda era um dos líderes do DM.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Kelson, que bacana, gosto muito dessa faixa também e lógico, Precious tem um lugar especial na minha lista. Parabéns por ser um fan das antigas...
      Abçs

      Excluir